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Vitaminas

Vitamina B6

Categoria: 
Apresentação: 

 

Piridoxina, Piridoxal, Piridoxinal, Piridoxamina

Funções: 
Essencial em reações bioquimicas do metabolismo dos H.carbono, aminoácidos, lípidos. Favorece a transformação de: triptofano em niacina (B3); cisteína em ácido pirúvico; oxalato em glicina No SNC é essencial na sintese ou metabolismo de neurotransmissores como dopamina, noradrenalina, serotonina, tiamina, histamina. No sistema imunológico estimula a sintese de anticorpos; No endócrino participa na sintese de insulina e noradrenalina No sist. Cardiovascular é importante na prevenção de aterosclerose por baixar níveis de homocisteína; Necessária para produção de ácido clorídrico; Importante no transporte de AA para o interior das células Importante para a síntese e adequada acção do ADN e ARN Ajuda a manter os níveis de sódio/potássio Participa na síntese de hemoglobina e de eritrócitos
Fontes: 

 Sementes girassol

 Gérmen de trigo

 Banana, abacate, lima

 Arroz integral

 Lentilhas

 Salmão

 Levedura de cerveja

Metabolismo: 

Tem boa absorção por via oral, correspondendo a 95% a 99%, ocorrendo por difusão passiva no duodeno, jejuno e íleo;

No plasma, a piridoxina sofre um processo de fosforilação, sendo transportada pela albumina e hemoglobina até ao fígado e outros órgãos. 

A excreção é feita pela via urinária;

Causas de deficiência: 

 Dietas c/altas concentrações de leucina, álcool, que diminui o armazenamento hepático;

 Alguns sintomas e sinais: mudança de personalidade, depressão, perda do senso de responsabilidade, hipertrofia das pupilas, seborreia da região naso-labial

 

 

Patologias: 

 Hipoglicemia; 

 Queda de cabelo; 

 Na gravidez afecta o bebé, podendo provocar morte deste; 

 Cálculos renais; 

 Debilidade muscular; 

 Anemia;

 No Sistema Cardiovascular deficiência desta vitamina aumenta risco de eventos coronários e AVC p/hiperhomocisteínemia. 

Doses: 

  RDA - até 2mg/dia 

  Nutrição Óptima – 10 a 100mg

  Ortomolecular: 100 a 500mg 

  Antidepressivos - até 5mg em associação triptofano; 

  Anticonvulsivante - até 100mg; 

  Asma-até 50mg;

  Enxaquecas - até 300mg

Toxicidade: 

  Doses acima de 600 mg/dia podem produzir neuropatias periféricas de carácter reversível, aquando da suspensão da piridoxina;

  É tolerável até 500mg; 

  Contudo, ingerida sozinha pode causar deficiências ou desequilíbrios de outras vitaminas do complexo B

 

Interacções: 

  Álcool inactiva a piridoxina; 

  Anfetaminas, antidepressivos, penicilamina, anticonceptivos, hidralazina (anti-hipertensivo), ciclosporina (antibiótico) aumentam as necessidades da B6; 

  Esta vitamina inactiva a levodopa, que é um fármaco usado no tratamento da doença de Parkinson;

  B6 pode diminuir necessidade de insulina nos diabéticos – reajustar doses

Nutrientes sinergéticos: 

 Complexo B; 

 Vit. B1 e B2 - ingerir doses iguais à B6; 

 Ácido pantoténico (B5);

 Magnésio;

 Potássio;

 Vitamina C;

 Ácido linoleico;

 Sódio;

 Zinco

Vitamina F

Categoria: 
Apresentação: 

Ácidos Gordos Polinsaturados ( linoleico, linolénico, araquidónico), Ácidos Gordos Essenciais

Os ácidos gordos polinsaturados essenciais formam um grupo de substâncias nutritivas de carácter liposoluvel, que o organismo não consegue sintetizar, logo tem de ser obtido através da dieta alimentar. 

A denominação de vitamina F não é ainda aceite pela comunidade científica de uma forma geral.

Os ácidos gordos polinsaturados essenciais incluem 2 séries: a série Ómega 6 e a série Ómega 3

Série Ómega 6: ácido linoleico (precursor no organismo do ácido linolénico e de ácido araquidónico) e o GLA (ácido gama linolénico)

Série Ómega 3: EPA (Ácido eicosapentaónico) e o DHA (Ácido docosahexaenoico)

Funções: 
Favorece a respiração dos órgãos vitais; Nutre as células da pele; Ajuda a regular o índice de coagulação do sangue e realiza uma função vital eliminar o colesterol depositado nas artérias (arrastando o colesterol)- ómega 3; Protege a mielina das células nervosas; Ajuda a reduzir o peso ao eliminar as gorduras saturadas; Reduz o nível dos triglicerideos no sangue; Aumenta o índice de HDL-ómega 3; Induzir uma actividade glandular normal, especialmente as glândulas adrenais e tiróideas; Fomentar a síntese de prostaglandinas (hormonas de potente acção biológica, que controlam muitos processos metabólicos no organismo); Fomentar o adequado funcionamento do sistema reprodutor
Fontes: 

  Ácido linoleico: está presente em aliementos como gérmen de trigo, óleos vegetais (girassol, soja, milho), óleo de fígado de bacalhau;

  Ácido gama-linolenico: é produzido no organismo a partir do ácido linoleico por acção enzimática. Os ínicos alimentos que contém quantidade substancial são: o óleo de prímula, e o óleo de borragem.

  Ácido decosahexaenoico (DHA): encontrado em concentrações altas no leite materno, e nos peixes como salmão, cavala, arenque, atum.

  Ácido eicosapentaónico (EPA): encontado também nos peixes ricos em DHA

Metabolismo: 

  Após acção de enzimas (estômago, I.Delgado e Pâncreas) dá-se a conversão das gorduras em ácidos gordos e glicerol; estes são absorvidos pelas paredes intestinais e chegam pela veia porta ao figado; Armazenado em tecidos adiposos

Causas de deficiência: 

  Nos Alimentos: calor, oxidação, fritura dos óleos

  No homem: Tratamentos com radiação, consumo exagerado de gordura saturada

Patologias: 

  Problemas de pele (eczema, acne, pele seca), cabelos, unhas

  Alergias

  Cálculos biliares

   Altos níveis de LDL colesterol

   Impossibilidade de síntese de prostaglandinas e outras hormonas

  Doenças de coração, sistema circulatório, renais

Doses: 

  Nutrição ópyima: 100 a 600mg

  Ortomolecular: 300 a 1.800mg 

  Nota: Suplementar ou aumentar as doses de vitamina E para evitar a oxidação

Toxicidade: 

  Não háefeitos tóxicos conhecidos, contudo doses excessivas podem provocar alterações metabólicas.

  Não devem ser usados de forma indiscriminada

Interacções: 

  Manter um equilibrio entre os ácidos gordos insaturados e os saturados (2:1)

  O grande consumo de H.carbono, faz aumentar a necessidade de ácidos gordos insaturados. 

Nutrientes sinergéticos: 

  Vitamina A, C, D, E

  Fósforo

INOSITOL

Categoria: 
Apresentação: 

 Inositol; Mio-inositol; factor lipotrópico

Está intimamente ligada à colina e à biotina, encontrando-se em altas quantidades na lecitina. Faz parte do complexo B, pelo que se trata de uma substância hidrossolúvel 

 

Funções: 
Promove a produção de lecitina corporal,prevenindo a acumulação de gorduras no fígado e outros órgãos; as gorduras são removidas do fígado para as células com a ajuda da lecitina; Lipotrópico; Facilita o metabolismo das gorduras e a redução do colesterol no sangue; Juntamente com a colina previne o endurecimento das artérias, protegendo o fígado, os rins e o coração; Ajuda à nutrição das células cerebrais no tratamento da esquizofrenia; Necessário para a adequada condução do impulso nervoso; Previne o enfraquecimento capilar e calvície; Participa na síntese de ARN; Necessário para o crescimento das células de medula óssea, membranas oculares e intestinais
Fontes: 

  O inositol encontra-se na lecitina líquida e granular.

  Tanto os tecidos animais como vegetais contém inositol.

  Nos tecidos animais encontramos como componentes dos fosfolípidos, substâncias que contém fósforo, ácidos gordos e bases nitrogenadas.

  Nas plantas está presente como ácido fítico, um ácido orgânico que une o cálcio e o ferro num compleco que interfere com a absorção dos mesmos.

  Podemos encontrar inositol no fígado, no melaço, na gema de ovo, nos vegetais de folha verde e nos cereais integrais.

Metabolismo: 

  Há algum desacordo sobre como o inositol é sintetizado pela flora intestinal. Todavia, fontes fidedignas indicam que o organismo sintetiza suficientes quantidades de inositol a partir da glucose; e que cerca de 7% de inositol é convertido em glucose. No entanto outras fontes indicam que a síntese ocorre dentro da célula individual.

  A quantidade que o corpo excreta diariamente é pequena, cerca de 37mg. O diabético excreta mais inositol que o não diabético.

  O café, em grandes quantidades, pode criar carências de inositol. 

Causas de deficiência: 

  O consumo de café e bebidas que contenham cafeína

  Elevado consumo de gorduras polinsaturadas

  A diabetes

  Consumo de sulfamidas

  Uso de estrogéneos

  Processamento dos alimentos

Patologias: 

  Acumulação de gordura no fígado

  Queda de cabelo

  Distrofia muscular

  Ansiedade e insónia

  Aumento de colesterol no sangue

  Eczema

  Problemas oculares

Doses: 

Adulto


  Nutrição óptima: 100 a 500 mg

  Medicina ortomolecular: 100 a 3.000 mg

Toxicidade: 

Não existem informações sobre a existência de efeitos tóxicos

Interacções: 

  Tomar inositol em suplementos na quantidade idêntica à colina.  

  Tomar por cada 3 partes de inositol, 1 parte de vitamina B3.

  O consumo suficiente de inositol e colina aumenta a efetividade da vitamina E ingerida

Nutrientes sinergéticos: 

  O complexo B

  A vitamina B-3

  Ácido gama amino butírico (GABA)- ajuda na sua utilização

  Vitamina B-12

  Colina

  Ácido linoleico

Vitamina B2

Categoria: 
Apresentação: 

RIBOFLAVINA / VITAMINA G/ LACTOFLAVINA / OVOFLAVINA / HEPATOFLAVINA / VERDOFLAVINA / UROFLAVINA

Vitamina HIDROSSOLÚVEL
A Vitamina B2 (Riboflavina) está envolvida na degradação e utilização dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas, para produção de energia.
As co-enzimas de riboflavina são essenciais para a conversão da piridoxina (vit.B6) e do ácido fólico (vit. B9) nas suas formas activas, e para a transformação do triptofano em niacina (Vit. B3).

Funções: 
 Participa activamente no metabolismo dos hidratos de carbono, gorduras e proteínas.  Necessária para a respiração celular – Ciclo de Krebs  Mantém a pele, as unhas e o cabelo saudáveis  Saúde ocular - Visão (juntamente com a Vit. A)  Ajuda no crescimento e na reprodução  Ajuda a regular a acidez do organismo  Necessária para a conservação das mucosas e para a visão crepuscular  Participa na conversão catalítica do triptofano em ácido nicotínico (Vit. B3), quando as quantidades deste são baixas na dieta  Produção de glóbulos vermelhos
Fontes: 

Fígado
Carne
Peixe
Ovos
Vegetais de folha verde
Cogumelos
levedura de cerveja
Amêndoas e avelãs
Algas Wakame, Kombu, Iziki, Agar-Agar

Metabolismo: 

É feita rapidamente no Intestino Delgado; Após absorção é transportada pelo sistema circulatório até todos os tecidos corporais, sendo excretada na urina.
Pequenas quantidades de riboflavina estão presentes no fígado e nos rins, mas esta vitamina não é armazenada em grandes quantidades, pelo que deve ser regularmente ingerida.

Causas de deficiência: 

Alimentos que perdem o valor nutricional em riboflavina pelo calor
Exposição dos alimentos à luz
Consumo excessivo de hidratos de carbono
Lactancia
Sulfamidas
Tabagismo e alcoolismo
Dieta pobre em carne, peixe ou ovos
Tumores malignos
Utilização de pílula contraceptiva
Queimaduras

Patologias: 

Glossite (língua vermelha, língua geográfica)
Estomatite angular (fissuras nos cantos da boca)
Ardor nos olhos (areias)
Fadiga ocular
Dilatação da pupila
Alterações na córnea - vascularização
Hipersensibilidade à luz (fotofobia)
Seborreia e dermatite
Queda de cabelo
Redução na produção de neurotransmissores
Atraso no crescimento de crianças e bebés
Anemia

Doses: 

DDR – 1,4 a 1,8 mg (homem); 1,2 a 1,3 mg (mulher)
ORTOMOLECULAR – 100 a 1000 mg

Toxicidade: 

Não foram descobertos efeitos tóxicos graves pela ingestão de vitamina B2 (Riboflavina).

Qualquer consumo de Riboflavina produzirá uma coloração amarela na urina, que é completamente inócua

Interacções: 

A vitamina B2 pode diminuir a efectividade do metotrexato (medicamento anticancerígeno).

Nutrientes sinergéticos: 

Complexo B, nomeadamente Vitamina B6 (Piridoxina – 1B2:1B6) e Vitamina B3 (Niacina)
Vitamina C (antioxidante)

Vitamina D

Categoria: 
Apresentação: 

Calciferol, Colecalciferol, Ergocalciferol, Ergosterol, Viosterol Liposoluvel 

Desde que se descobriu o calciferol na sua estrutura bioquímica tem-se correlacionado o mesmo com vitaminas, mas biologicamente na sua forma activa comporta-se como uma hormona, importante no metabolismo do cálcio.

É encontrada em 3 formas distintas:

  Vitamina D1 ou Calciferol

  Vitamina D2 ou Ergocalciferol

  Vitamina D3 ou Colecalciferol

O calciferol deriva do colesterol e pode ser obtida pelo organismo de 3 maneiras distintas:

a) Ingestão de alimentos que contenham um composto colecalciferol (provitamina D-3) como é o caso de óleos de fígado de peixes como o bacalhau

b) Por exposição solar, a qual activa uma forma de colesterol presente na pele-7-dehidrocolesterol, convertendo-o em colecalciferol

c) Por ingestão de preparados sintéticos elaborados mediante a exposição de ultravioletas, que podem actuar como precursoess da provitamina D (D-2). Um destes composros mais biologicamente activo é o ergosterol, que se encontram quer no mundo vegetal, quer no animal

Funções: 
Promover a absorção do cálcio e fósforo a nível intestinal; Actua sobre o sistema ósseo, provocando a libertação do cálcio do sistema circulatório até onde é necessário- ossos, dentes. Neste processo também é importante a presença da acção da hormona paratiroidea. Ajuda na síntese das enzimas das membranas mucosas que estão envolvidas no transporte activo do cálcio disponível; Promover o normal crescimento das crianças e adolescentes; Sistema nervoso e muscular: a regulação dos níveis de cálcio é vital para a transmissão do impulso nervoso e contracção muscular; Favorecer a coagulação: Em caso de deficiência nos níveis de cálcio, promove a libertação deste dos ossos para manter os níveis normais no sangue; No sistema imunitário pelo provável efeito imunomodelador.
Fontes: 

  Peixes gordurosos

  Fígado

  Gema de ovos

  Sementes de girassol

 

Metabolismo: 

  Pelas fontes dietéticas, esta vitamina é absorvida com as gorduras no epitelio intestinal com a ajuda da bílis

  Pela exposição solar, sintetizada na pele, ela é absorvida diretamente para a corrente sanguínea

  Depois da absorção é transportada ao fígado, onde é armazenada, contudo existem outros orgãos para esta função (pele, cérebro, baço)

Causas de deficiência: 

  Pouca irradiação solar

  Trabalhar à noite

  Oxidação das gorduras nos alimentos

  Cirrose

  Insuficiência renal

  Tratamentos médicos com anti-epilepticos

  Danos na mucosa intestinal

Patologias: 

  Raquitismo 

  Ossos e dentes frágeis

  Hipocalcemia e hipofosfatemia

  Arqueamentos das pernas

  Pobre desenvolvimento muscular

  Osteoperose

  Devido à vitamina D trabalhar em conjunto com as hormonas da paratiroide para regular transporte do cálcio, uma deficiência desta vitamina pode causar tetania (espasmos musculares intermitentes)

Doses: 

  DDR: 400 U.I

  Nutrição óptima: 200 a 2.000 U.I adultos

  Ortomolecular: 2.000 a 10.000 U.I

Toxicidade: 

  É necessário ter cuidado com esta vitamina, pois torna-se tóxica numa dose regular de 25.000 U.I , não devendo mesmo exceder o consumo diário de 2.000 U.I sem supervisão médica

  Um dos principais problemas do excesso desta vitamina é a deposição de cálcio nos tecidos como artérias, rins, coração e pulmões

Intoxicação nas crianças:

  Perda de apetite

  Náuseas, vómitos

  Sede constante

  Aumento de cálcio no sangue

  Dores de cabeça intermitentes

  Diarreias alternadas com obstipação

Intoxicação nos adultos: 

  Perda de apetite e de peso

  Vómitos

  Sinais de ulcera gástrica

  Debilidade

  Sede intensa; Sudoração constante

  Aumento do cálcio na urina

  Aumento dos níveis de cáçcio e fósforo no sangue

  Perturbações no funcionamento renal

Interacções: 

  Drogas hipolipemiantes, colestiramina e laxativos interferem na absorção

  Álcool interfere na conversão do calciferol na sua forma activa

  Ácido pantotenico é necessário para a síntese de vitamina D

Nutrientes sinergéticos: 

  Vitamina A (10 A: 1D)

  Colina- previne a toxicidade

  Vitamina C- previne toxicidade

  Cálcio

  Fósforo

  Vitamina F (Ácidos gordos)

Biotina (B7)

Categoria: 
Apresentação: 

 

Vitamina H, Biocitina, Coenzima R

Encontra-se na forma natural e activa como D-Biotina; É um nutriente essencial. Inactiva-se com o calor e exposição à luz

Funções: 
É essencial para o crescimento e replicação celular, participa na síntese de ácidos nucleicos (ADN e ARN); Ajuda a manter a pele e cabelo saudáveis, assim como o sistema hormonal equilibrado Participa no metabolismo dos H. Carbono, lípidos e proteínas. Sem a biotina, a produção de gorduras corporais é prejudicada; Ela ajuda também na utilização das proteínas, do ácido fólico, do ácido pantoténico e vitamina B12;
Fontes: 

  Fígado

  Grãos

  Nozes

  Gema de ovo

  Legumes, verduras

  Aveia, arroz integral

  Levedura de cerveja

  A fonte mais importante é a síntese de biotina p/flora bacteriana intestinal

Metabolismo: 

A absorção acontece no int.delgado por transporte activo sódio-dependente. O transporte plasmático é feito pelas proteínas até ao fígado e outros órgãos, onde participa nos diversos metabolismos; 

A excreção é feita de forma fecal (50%) e o restante pela urina. 

Como esta vitamina é igualmente sintetizada pela flora intestinal bacteriana, o homem não fica assim tão dependente das fontes dietéticas; 

 

Causas de deficiência: 

  A causa mais importante de deficiência de biotina é a disbiose (alteração da flora bacteriana intestinal) e ela pode ser decorrente de várias causas, como uso prolongado de antibióticos ou nutrição parenteral prolongada; alcoolismo, cirrose hepática

  Ingestão de clara de ovo em estado cru devido à proteína (avidina), que se liga à biotina, impedindo a sua absorção; o ovo cozinhado já não provoca perigo, pois calor inactiva proteina acima referida.

  As deficiências podem causar: em bebes - dermatites seborreicas e diarreia; nos adultos: fadiga, náuseas depressão, perda de apetite, dores musculares, queda de cabelo, dermatites, aumento dos níveis de colesterol no sangue… 

 

Doses: 

  RDA - até 100mg/dia

  Nutrição óptima: 200 a 5.000 mcg

  Ortomolecular: 5.000mcg a 100.000mcg

  Dermatite - até 300mg/dia

  Queda cabelo - até 100mg

  Neuropatia diabética -ate 400mg

Toxicidade: 

 Não relatada

Interacções: 

  Sulfamidas, estrogeneos e álcool aumentam as necessidades;

  A associação de altas doses de biotina +tiamina+vitamina K pode causar choque anafilático;

Nutrientes sinergéticos: 

  Complexo B;

  Vitamina B12, 

  Ácido fólico, 

  Ácido pantotenico, 

  Vitamina C, 

  Niacina (B3), 

  Piridoxina (B6), 

  Vitamina A 

  Vitamina B2

Vitamina A

Categoria: 
Apresentação: 

RETINOL / AXEROFTOL / CAROTENOS / BETA-CAROTENOS
Funções: 
 Saúde ocular - Visão  Fortalece o sistema imunitário – Protecção contra infecções  Actua favoravelmente sobre as membranas mucosas (ex. no tracto respiratório)  Favorece o desenvolvimento de ossos fortes, e pele, cabelo, dentes e unhas saudáveis  Protege a pele, mantendo a sua elasticidade  Previne a anemia e favorece o desenvolvimento e crescimento das crianças  Participa na síntese de RNA, melhorando a síntese proteica  Beta-Caroteno – Anti-oxidante  Tratamento coadjuvante do sarampo
Fontes: 

Cenoura, Abóbora
Espinafres, Brócolos, Couve
Leite, Queijo, Manteiga
Gema de ovo
Fígado
Peixe
Algas Dulse, Musgo-da-Irlanda, Nori
Frutas e vegetais de cor laranja/amarela - Manga, Alperce

Causas de deficiência: 

Quantidade ingerida insuficiente
Deficiencia de zinco
Incapacidade corporal para absorver ou armazená-la (obstrução dos ductos biliares, cirrose hepática, colite ulcerativa)
Incapacidade de conversão do Caroteno em Retinol ou Axeroftol (diabetes mellitus e hipotiroidismo)
Consumo de medicamentos anticolesterol, como a colestiramina
Qualquer desordem que provoque uma perda massiva de vitaminas (nefrite crónica, escarlatina)

Intensa actividade física durante as 4h que se seguem à sua ingestão

Consumo excessivo de álcool

Consumo excessivo de ferro

Consumo de corticoides e outras drogas

Consumo em simultâneo de carotenos e ácidos gordos polinsaturados, resulta na rápida destruição dos carotenos, excepto se houver agentes antioxidantes

O tempo frio dificulta o metabolismo e o transporte da vitamina A

Os diabéticos não conseguem converter os carotenos em vitamina A

Má absorção por motivos como doença celíaca, fibrose cística, icterícia obstrutiva, cirrose, giardíase, ou utilização excessiva de óleo mineral como laxante.

Notas:

1.    A vitamina A é sensível à oxidação pelo ar. A perda de actividade é acelerada pelo calor e pela exposição à luz.
2.    A presença de antioxidantes, tais como a vitamina E, Vitamina C, bioflavonoides contribui para a protecção da vitamina A ou do beta-caroteno.
3.    O beta-caroteno é uma das vitaminas mais estáveis em vegetais.

Patologias: 

Cegueira nocturna (hemeralopia)
Desidratação e degeneração da córnea (xeroftalmia)
Inflamação das membranas mucosas
Pele áspera, prematuramenre envelhecida e com manchas
Lesões na pele (hiperqueratose folicular)
Ossos e dentes debilitados
Formação de cálculos renais

Doses: 

DDR – 5.000 UI (homem); 4.000 UI (mulher)
ORTOMOLECULAR – 5.000 a 75.000 UI (a partir de 50.000UI já pode ser tóxico)

Toxicidade: 

TOXICIDADE (+ de 100000 UI /dia/vários meses) E SINTOMAS
Toxicidade Leve
Náuseas
Vómitos
Diarreias
Pele seca com descamação
Perda de cabelo
Enxaquecas

Toxicidade Grave
Redução da actividade da tiróide
Anormalidades na pele, olhos e membranas mucosas
Fragilidade óssea
Aumento de tamanho do fígado e do baço
Notas:
1.    A toxicidade pode ocorrer aquando de uma suplementação muito prolongada em doses altas.
2.    Importante considerar que carotenoides ingeridos em grandes quantidades não são tóxicos, só alteram a pigmentação dos tecidos, gordura subcutânea, pele da palma das mãos e sola dos pés, tornando-a amarelada. Essa coloração desaparece com a diminuição da sua ingestão.

Interacções: 

Factores que interferem na absorção de vit. A e caroteno
Intensa actividade física durante as 4H que se seguem à ingestão
Consumo excessivo de álcool
Consumo excessivo de ferro
Consumo de corticoides e outras drogas
Consumo simultâneo de ácidos gordos poliinsaturados com carotenos resulta na rápida destruição dos carotenos excepto se houver agentes anti-oxidantes
O tempo frio dificulta o transporte e metabolismo de vitamina A e caroteno
Os diabéticos não conseguem converter o caroteno em vitamina A

Nutrientes sinergéticos: 

Complexo B (ajuda a preservar a vitamina A)
Vitamina C (ajuda a prevenir os efeitos tóxicos da vitamina A, e a prevenir a oxidação da vitamina A)
Vitamina D (1D:10A)
Vitamina E (antioxidante)
Vitamina F
Colina
Cálcio
Fósforo
Zinco (ajuda na absorção de vitamina A)

Vitamina P

Categoria: 
Apresentação: 

Bioflavonides, complexo bioflavonoideo (rutina, hesperidina, quercitina, citrina,etc)

São um grupo de nutrientes hidrossolúvel brilhantemente coloridos que se encontram em diversos grupos de vegetais e frutos acompanhados de vitamica C.

Funções: 
Favorecer a adequada absorção e o uso da vitamina C; Ajuda a vitamina C na manutenção do colágenio; Incrementar a força dos capilares sanguíneos e regular sua permeabilidade; Previne a ruptura e hemorragias capilares; Ajuda na protecção contra infecções; Actua como agente anti-inflamatório; Antioxidante;
Fontes: 

  Fruta (limão, laranja...) e vegetais

Metabolismo: 

  Muito similar à vitamina C

Causas de deficiência: 

  Nos alimentos: Calor, Luz, Cozedura, Oxigénio

  No Homem: Tabaco, Ingestão diminuída de frutas

Patologias: 

  Maior susceptibilidade a infecções

   Hematomas

   Tendência a hemorragias

Doses: 

  Nutrição ótima: 50 a 500mg

  Ortomolecular: 500 a 3.000mg

Toxicidade: 

  Não são tóxicos

Interacções: 

  Ingestão com vit.C para uma acção mais eficaz, pois é um co-factor natural, sendo a proporção certa de 1 parte de bioflavonoides para 10 de vit C

Nutrientes sinergéticos: 

  Vit. C

PABA

Categoria: 
Apresentação: 

Ácido para-aminobenzoico, Vitamina Bx, Vitamina H bacterial

É considerada uma substância hidrossolúvel única, dado que se trata de uma vitamina dentro de uma vitamina, combinando-se com o ácido fólico; É uma parte integral do complexo vitamínico B

Funções: 
Estimula as bactérias intestinais, levando-as a produzir ácido fólico, que favorece a síntese de ácido pantoténico; Como coenzima, o PABA trabalha na ruptura e utilização das proteínas, como na formação de células sanguíneas, especialmente as vermelhas; Ajuda a formar o ácido fólico; Importante para a utilização de proteínas; Importante para a obtenção e manutenção de uma pele saudável; Útil em casos de eczema, lúpus, e mudanças na pele devidas a envelhecimento, previne o vitíligo. Adequada pigmentação do cabelo. É usado em combinação com o ácido pantoténico, colina e ácido fólico no tratamento de embranquecimento de cabelo; Saúde dos intestinos.
Fontes: 

  O fígado

  O melaço

  O iogurte e os alimentos de leite fermentado

  Cereais integrais

Metabolismo: 

É armazenado nos tecidos corporais; É também sintetizado por bactérias simbióticas nos intestinos. Estas condições, em que os instestinos são favoráveis, permitem que o organismo possa produzir seu próprio PABA

Causas de deficiência: 

  Uma defeciência pode resultar do uso de sulfamidas que reduz a capacidade do PABA funcionar devidamente nos intestinos

  O álcool

  O estrogéneo

  Os antibióticos

Patologias: 

  Fadiga

  Irritabilidade

  Depressão

  Nervosismo

  Obstipação

  Embraquecimento de cabelo

Doses: 

  Nutrição Óptima- 50 a 100mg

  Ortomolecular- 100 a 1.000mg

Toxicidade: 

  De baixa toxidade, no entanto, elevadas doses consumidas durante um longo período de tempo é prejudicial para o fígado, o coração e rins.

  Os sintomas mais habituais são náuseas, vómitos e problemas de pele.

Nutrientes sinergéticos: 

  O complexo B

  O ácido pantoténico

  O ácido fólico

  Vitamina C

Vitamina B3

Categoria: 
Apresentação: 

ÁCIDO NICOTÍNICO; NIACINA; NICOTINAMIDA; VITAMINA PP

Vitamina HIDROSSOLÚVEL

Funções: 
Participa como coenzima no metabolismo dos hidratos de carbono, gorduras e proteínas. Favorece a produção adequada de suco gástrico com o PH correcto, assim como a manutenção de um sistema digestivo saudável Essencial para a normal actividade do sistema nervoso, assim como para a formação e manutenção de uma pele e língua saudáveis É necessária para síntese das hormonas sexuais (estrogénio, progesterona e testosterona), cortisona, tiroxina e insulina Colabora na síntese de vários neurotransmissores, entre eles a serotonina que participa no metabolismo do sono, e em doses elevadas previne a esquizofrenia. Entra na formação do Factor de Tolerância à Glucose (GTF), um complexo bioquímico que ajuda na manutenção de níveis normais de glucose no sangue. É uma substância anti-pelagrosa Melhora a circulação e é efectiva na redução do colesterol LDL e triglicéridos no sangue
Fontes: 

Fígado

Levedura

Aves e carnes magras

Lacticínios e derivados

Ovos

Frutas secas

Legumes (Bróculos, cenoura, abacate)

Frutas

Algas Wakame, Kombu, Iziki, Nori

Metabolismo: 

É feita rapidamente no Intestino Delgado. Após absorção dirige-se aos órgãos alvo como as células sanguíneas, rins, cérebro e fígado. É armazenada no fígado, e o excesso excretado na urina.

O excesso de consumo de açúcar e amido pode esgotar a absorção corporal de niacina. Esta circunstância também se pode produzir com certos antibióticos.

 

Causas de deficiência: 

Alimentos que perdem o valor nutricional em B3 na cozedura

Dietas pobres em Triptófano

Consumo elevado de álcool

Consumo de medicamentos antileucémicos (ex: 6-mercaptopurina)

Consumo sulfamidas

Stress

Consumo de estrogénios

Consumo de drogas alucinogénicas

Consumo de medicamentos para dormir

A leucina compete com o triptofano na absorção

Doses altas do aminoácido leucina diminuem a concentração de niacina

Antibióticos aumentam os efeitos colaterais

Patologias: 

Deficiência Leve 

Fadiga e astenia

Debilidade muscular

Perda de apetite

Indigestão

Erupções cutâneas

Deficiência Grave 

Dificuldades respiratórias

Pequenas úlceras na pele

Insónias

Irritabilidade

Náuseas e vómitos

Enxaquecas frequentes e depressão profunda

Deficiência Muito Grave 

PELAGRA _ doença dos 4 "D" (Em Inglês) - composta por aparecimento de uma cor escura na pele (Dermatite), que fica seca, áspera e inflamada; aparecem Diarreias; surgem alterações mentais e alucinações (Demência) e morte (Death).

ESQUIZOFRENIA

Doses: 

DDR – 18 mg (homem); 15 mg (mulher)

Nutrição óptima - Adultos: 100 a 500mg

ORTOMOLECULAR – 200 a 3000 mg (ác. nicotínico – até 6000 mg)

Toxicidade: 

Doses acima de 100 mg/dia podem causar a dilatação dos vasos sanguíneos e vermelhidão da pele.

A administração de doses superiores a 100mg/dia pode levar ao aumento das enzimas hepáticas e bilirrubinas, podendo produzir um quadro de hepatite por niacina, completamente reversível com a suspensão da B3.

Pessoas que tomem medicamentos para hipertensão arterial não devem ingerir ácido nicotínico pois podem ter uma queda de pressão arterial.

Produtos que libertem a niacina, em valores superiores às 100mg, aos poucos podem causar danos hepáticos.

Está contra-indicada nas doses óptimas e ortomoleculares em pessoas com: úlcera péptica e Glaucoma pela acção vasodilatadora da B3  podendo agravar a situação; na Diabetes grave pode aumentar glicose no sangue consequentemente níveis mais altos insulina

Interacções: 

 

Componente essencial de 2 enzimas activas como coenzima:

Nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD) envolvida nas reacções catabólicas;

Nicotinamida adenina dinucleotídio fosfato (NADP) envolvido nas reacções de biosíntese

Nutrientes sinergéticos: 

 

Complexo B, nomeadamente Vitamina B1 (Tiamina) e Vitamina B2 (Riboflavina)

Vitamina C (antioxidante)

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