Mensagem de erro

  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).
  • Warning: Creating default object from empty value em ultim8magazine_set_category() (linha 101 de /home/wwwbpure/drmarcos.net/sites/all/themes/ultim8magazine/template.php).

Vitaminas

Vitamina B12

Categoria: 
Apresentação: 

Colalamina, Cianocobalamina, Factor extrínseco, Hidroxicalamina

É a única vitamina que contém cobalto na sua composição. A proteína animal é a ínica fonte em que a vitamina B12 surge naturalmente em quantidades substanciais. Não é sintetizada no organismo. A vit. B-12 é uma substância hidrossolúvel do complexo B.

Funções: 
Indispensável para o normal metabolismo do tecido nervoso; Intervém na formação da bainha de mielina mantém o sistema nervoso saudável; Participa na formação de neurotransmissores no SNC; Está relacionada com o metabolismo das proteínas, gorduras, hidratos de carbono; Favorece o melhor funcionamento do ferro no organismo; Está na base da produção celular corporal, em particular dos glóbulos vermelhos; Participa com o ácido fólico na formação do sangue; Síntese do DNA.
Fontes: 

  Carne de vaca, borrego, porco, frango

  Fígado de vaca, de borrego, de porco e de vitela

  Mioleira de vaca, rim de coelho

  Rim de frango, coração de vaca

  Ostras, Moluscos, Carangueijo, Lagosta, Sardinha, Salmão, Linguado

  Gema de ovo

  Soja

  Leite, Produtos lácteos

  Fungos e microrganismos presentes na pança dos ruminantes

  Leveduras de cervejas  

  Clorela, espirulina

Metabolismo: 

  A vitamina B-12 é absorvida por um mecanismo que depende da acção combinada de elementos produzidos pelo estômago (factores gástricos) e os elementos produzidos no intestino

  Durante a digestão gástrica, a cianocobalamina dos alimentos é libertada e forma um complexo estável com uma substância (factor R gástrico- glicoproteina); este complexo é digerido uma      enzima (Factor Intrínseco) produzido pelas células parietais do estômago;

  O novo complexo (B12 mais o factor intrínseco) é resistente às enzimas proteoliticas e alcança a porção distal do ileo, onde se liga a receptores específicos, permitindo assim a absorção desta vitamina.

  Este factor intrínseco protege a vitamina B-12 contra certos germens do grupo Coli (ex: Escherichia coli, Lactobacilus lactis), que se opõem à absorção da vitamina ao nível do baixo intestino.

  Também a suficiente secreção de suco gástrico de PH adequado- 0,9 a 1,5 é importante para a absorção da B-12.

  A B-12 precisa de se combinar com o cálcio no intestino durante a absorção a fim de beneficiar o organismo convenientemente.

  Também é importante o bom funcionamento da glândula tiróide.

  Depois de absorvida a B-12 é ligada a proteínas do soro (globulinas) sendo transportada através da corrente sanguínea a diversos tecidos.

  A absorção começa a descrecer com a idade.

  O uso de laxantes reduz a B-12 armazenada no organismo.

 

 

Causas de deficiência: 

Nos alimentos: Luz sola, a lixiviação na água, cozedura

No homem:

  Consumo de álcool

  Má absorção ou por produção inadequada do factor intrínseco, anemia perniciosa, gastrectomia ou por distúrbios do ileo distal, disbiose intestinal

  Dieta vegetariana restrita- ingestão inadequada

  Anticonceptivos

  Consumo de tabaco

Patologias: 

  Os sintomas da sua deficiência pode levar 5 a 6 anos a surgirem. Mas a sua deficiência pode manifestar-se com mudanças no sistema nervoso, tais como: Dor e debilitação das pernas e braços; Diminuição da resposta reflexa à percepção sensorial; Dificuldade de caminhar e falar; Sacudidas nos membros.

  A escassez da B-12 pode verificar-se por um tipo de dano cerebral parecido à esquizofrenia

  A anemia perniciosa

  Degeneração das fibras nervosas

  Diminuição dos reflexos e percepção sensorial

  Sintomas psicóticos desde pequenas desordens de humor, lentidão mental e memória, até sintomas psicóticos mais graves

  Depressão, nervosismo, fadiga

  Transtornos menstruais

  Visão diminuída

  Deficiência de B12, ácido fólico e B6- relacionadas com elevação da homocisteína no sangue- factor de risco de aterosclerose, avc, aumento de enventos coronários e arteriopatias periféricas

 

Doses: 

DDR: 3mcg

RDA: até 10mcg

Nutrição Óptima: 10 a 500 mcg

Ortomolecular: 100 a 1.000 mcg 

Toxicidade: 

  É desconhecida, nem sequer em grandes doses.

  Às vezes produz reacções alérgicas, mas só em injecções de hidroxicobalamina.

Nutrientes sinergéticos: 

  O complexo B

  A Vitamina B-6 ajuda a incrementar a absorção de vitaminas B-12

  Ácido nicotícinico

  Colina

  Ácido Fólico

  Inositol

  Vitamina C- ajuda a incrementar a absorção da vitamina B-12

  Potássio

  Sódio

Vitamina B5

Categoria: 
Apresentação: 

ÁCIDO PANTOTÉNICO; D-PANTOTENATO DE CÁLCIO; PANTENOL

Vitamina HIDROSSOLÚVEL

 

Funções: 
Estimula as glândulas adrenais e aumenta a produção de cortisona e a síntese de compostos tão vitais como os esteróis, hormonas, neurotransmissores, fosfolípidos, porfirina, e anticorpos (ajuda o sistema imunitário) Participa na proteína transportadora de acil, uma enzima envolvida na síntese dos ácidos gordos. É necessária para a utilização de PABA e Colina. É essencial para manter um tracto digestivo saudável. Ajuda na prevenção do envelhecimento prematuro e aparecimento de rugas na pele. Contribui para a cicatrização de feridas, para o bom estado da pele, dos cabelos e das mucosas, assim como para o metabolismo da água no corpo.
Fontes: 

Fígado

Frango

Cogumelos

Milho

Lacticínios

Ovos

Cereais de grão

Legumes

Algas Wakame, Kombu, Nori

Metabolismo: 

Esta vitamina é sintetizada no organismo por meio da flora bacteriana simbiótica dos intestinos.

É um constituinte da coenzima A, e como tal tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.

Causas de deficiência: 

Alimentos que perdem o valor nutricional em B5 na cozedura

Acção de ácidos (vinagre)

Acção alcalina (bicarbonato)

Farinhas refinadas

Congelação e descongelação

Stress crónico

Alimentos Enlatados

Exercício físico excessivo

Consumo de cafeína e de álcool

Danos na flora intestinal

Consumo de sulfamidas

Ingestão de medicamentos para dormir

Consumo de estrogénios

Patologias: 

Baixa concentração

Apatia e fadiga

Vómitos

Asma

Constipações frequentes

Alergias

Esgotamento

Dores de cabeça

Insónias e depressão

Sensibilidade à insulina

Hipoglicémia

Quebra na produção de anticorpos

Atraso na formação dos ossos

Doses: 

DDR – 50mg

Nutrição Óptima - 50 a 100 mg (adultos)

ORTOMOLECULAR – 50 a 1.000mg

Toxicidade: 

O ácido pantoténico é geralmente considerado como sendo não-tóxico e nunca foram relatados quaisquer casos de hipervitaminose

Quantidades tão elevadas como 2000 mg em seres humanos apenas produziram pequenas perturbações gastro-intestinais.

Interacções: 

 

É um constituinte da coenzima A, e como tal tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos

Nutrientes sinergéticos: 

 

Complexo B, nomeadamente Vitamina B6 (Piridoxina) e Vitamina B12 (Cobalamina)

Vitamina C (antioxidante)

Biotina (ajuda na absorção)

Enxofre

Ácido Fólico (ajuda na assimilação

Vitamina K

Categoria: 
Apresentação: 

Liposoluvel

Existem 3 formas de vitaminas K:

  K1- Filoquinona- presente nas verduras e hortaliças

  K2- Menaquinona, Konaquiona- origem animal e bacteriana (síntese saprófita)

  K3- Menadiona

Funções: 
Actua na coagulação sanguínea-activando o sistema enzimático carboxilase dependente, presente na membrana microssomal hepática, responsável pela síntese de factores de coagulação (protrombina); É vital para o correcto funcionamento do fígado; Está envolvida no processo corporal de fosforilação, ou seja, conversão da glicose em glicogénio; Previne excesso de fluxo menstrual; É um importante factor de vitalidade e longevidade
Fontes: 

  Nabo, Brócolos, Alface

  Queijo, Leite, Manteiga

  Fígado

  Carnes

Metabolismo: 

  Tem uma absorção de 40 a 80%, que ocorre pela ingestão oral, no intestino delgado.

   As formas biologicamente activas (K1 e K2) requerem a presença de bile e suco pancreático.

   Já na circulação linfática são transferidas dos quilomícrons para as lipoproteinas B e levadas para os principais órgãos de captação: fígado, pele e músculos.

  É armazenada em menor quantidade e essa reserva tem uma duração de cerca de 30 dias.

  A excreção é feita por vias urinárias e fecal na forma intacta como óxidos ou glucoronídeos de vit. K na forma conjugada.

   Esta vitamina também pode originar-se da síntese bacteriana no I. Grosso, pela flora bacteriana, e supre 50% das necessidades diárias.

Causas de deficiência: 

  Má absorção de gorduras.

  Obstrução dos ductos biliares.

   Administração prolongada de antibióticos.

  Transtornos hepáticos.

   Cancro.

  Aspirinas.

  Toma de anticoagulantes (varfarina)- efeito antagonista

Patologias: 

  Hipoprotrombinemia- condição caracterizada por um aumento ou prolongamento indifinido do tempo necessário para a coagulação.

  Hemorragias em qualquer parte do corpo.

  Abortos.

  Doença celíaca

Doses: 

  RDA: até 0,3 mg/dia

  Nutrição óptima: 300 a 500 mcg

Ortomilecular: 30 a 40mcg por quilo de peso- adultos

Toxicidade: 

  A vitamina K natural é armazenada no organismo sem produzir sintomas de toxicidade, contudo doses excessivas de vit K sintética pode provocar reacções tóxicas. Pode apresentar toxicidade em doses acima de 5mg.

  No recém-nascido causa hiperbilirrubinemia.

  Outros efeitos são doença hepática e anemia hemolítica

Interacções: 

  Devido à vitamina K (sintética) ser biologicamente muito activa nos processos de coagulação, as pessoas que a ingerem regularmente com uma dieta moderna desiquilibrada, têm mais risco de padecer de uma trombose.

  Pessoas que tomam antocoagulantes devem ter em conta que a vit K sintética pode por  em causa a efetividade destes fármacos, e por outro lado também inibem a absorção da vitamina K natural

Nutrientes sinergéticos: 

  Probioticos.

  Vitamina F (Ácidos Gordos).

  Cobre.

  Ferro.

  Magnésio

Colina

Categoria: 
Apresentação: 

Amanitina ou factor lipotropico

Actua junto do inositol como constituinte básico da lecitina, estando presente em todas as células vivas. Está associado à utilização dos lípidos e do colesterol no corpo, prevenindo a acumulação de gorduras no fígado. Colina combina c/os ácidos gordos e ácido fosfórico dentro do fígado para formar lecitina. 

Funções: 
Precursora da betaína, uma importante substancia corporal, que participa nas reacções metabólicas do organismo como dadora de metilo Participa na síntese de acetilcolina (essencial para o impulso nervoso) Factor lipotrópico – previne a acumulação de gorduras no fígado e órgãos Estimula produção fosfolipidos (componentes essenciais das membranas celulares) Síntese de lecitina Essencial para bainha de mielina Previne cálculos biliares na Vesidula Biliar
Fontes: 

  Alimentos ricos em fosfolípidos

  Alimentos ricos em B12 e folato: vísceras, verduras escuras, feijões, cereais integrais, soja (lecitina)

 

Metabolismo: 

É sintetizada a partir da B12 e folato (ácido fólico) junto com a metionina (AA). Absorção dá-se ao nível do Intestino Delgado. A forma mais biodisponível é a fosfatidilcolina (suplemento natural)

Causas de deficiência: 

  Fígado gordo – cirrose

  Colesterol sanguíneo alto

  Aterosclerose – trombose – enfarte

  Úlceras do estômago

  Degeneração nervosa

  Menor resistência a infecções

Doses: 

  DRA- por determinar

  Nutrição óptima- 100 a 500 mg

  Ortomolecular- 200 a 2.000 mg

Toxicidade: 

  Uso prolongado de altas doses pode ocasionar deficiência de B6 

  Até 5g não estão relatados sintomas de intoxicação, no entanto podem surgir transtornos gástricos como diarreias ou náuseas

 

Interacções: 

  Os suplementos sintéticos deverão ser acompanhados com o complexo B

  Ao tomar colina regularmente, deve-se ingerir igualmente suplementos de cálcio para manter o equilíbrio de cálcio e fósforo, uma vez que a colina faz aumentar os níveis de fosforo

  È mais efectiva quando se toma com a B5 em quantidades iguais

Nutrientes sinergéticos: 

  Vitamina A

  Complexo B

  Vitamina B12 e ácido fólico- ajudam na síntese de colina

  Ácido linoleico

Vitamina B1

Categoria: 
Apresentação: 

VITAMINA B1 / TIAMINA / FACTOR ANTI-BERIBERI/ ANEURINA / FACTOR ANTI-NEURÍTICO

Vitamina HIDROSSOLÚVEL

Funções: 
 Participa activamente no metabolismo dos hidratos de carbono - PFT  Melhora as funções do sistema nervoso - desempenha um papel na condução dos impulsos nervosos  Aumenta a capacidade de aprendizagem  Participa na síntese de acetilcolina, neurotransmissor essencial para a memória recente  Estabiliza o apetite e melhora a assimilação e digestão dos alimentos  Necessária para o desenvolvimento das crianças e melhora o desenvolvimento muscular do estômago, intestino e coração  Previne a acumulação de depósitos de gordura na parede das artérias
Fontes: 

Levedura de cerveja seca
Arroz integral
Nozes
Leguminosas
Carne (porco, cordeiro, vaca e aves)
Algas Wakame, Kombu, Agar-Agar

Metabolismo: 

É feita rapidamente no Intestino Delgado. Após absorção é transportada pelo sistema circulatório até ao fígado, rins e coração, onde se pode combinar com o Manganês e certas proteínas específicas para formar as enzimas activas que desdobram os hidratos de carbono.
A tiamina pode ser destruída por uma enzima, a tiaminase, presente nas amêijoas e ostras cruas.
Comer quantidades elevadas de açúcar pode causar um esgotamento de tiamina, assim como fumar e beber álcool.

Causas de deficiência: 

Alimentos que perdem o valor nutricional em tiamina pelo calor, contacto com o ar, ou dissolvidos em água ao cozinhar
Consumo de café (ou bebidas com cafeína)
Consumo excessivo de álcool
Consumo excessivo de hidratos de carbono (principalmente os refinados - açucar branco, farinha branca, arroz branco)
Consumo de antiácidos e de sulfamidas
Tabagismo
Notas:
1.    A vitamina B1 é instável ao calor, meios alcalinos, oxigénio e radiação.
2.    A hidrossolubilidade é também um factor de perda de tiamina a partir dos alimentos. Cerca de 25% da tiamina nos alimentos é perdida durante o processo de cozedura normal.

Patologias: 

Deficiência Leve
Fadiga
Perda de apetite
Irritabilidade
Instabilidade emocional
Falta de concentração
Deficiência Grave
Perda de memória
Confusão mental
Irregularidades cardíacas
Inflamação do nervo óptico
Dores abdominais
Deficiência Muito Grave
BERIBÉRI
Desordens do Sistema Nervoso e Cardiovascular
Beribéri seco - polineuropatia com grave perda de massa muscular
Beribéri húmido - edema, anorexia, fraqueza muscular, confusão mental e finalmente falha cardíaca
Beribéri infantil - os sintomas de vómitos, convulsões, distensão abdominal e anorexia aparecem de repente e podem ser seguidos por morte por falha cardíaca

Doses: 

DDR – 1,2 a 1,5 mg (homem); 1,0 a 1,1 mg (mulher)
Nutrição Óptima – 50 a 100mg
ORTOMOLECULAR – 50 a 600 mg

Toxicidade: 

Não foram descobertos efeitos tóxicos graves pela ingestão de vitamina B1 (Tiamina).
Raramente: herpes, edema, nervosismo, aceleração do batimento cardíaco e alergias. Em ingestão de + 500mg/dia – estes sintomas desaparecem com diminuição da dose
Um consumo excessivo de vitamina B1 (tiamina) pode afectar negativamente a produção de tiroxina e insulina, podendo causar deficiências de Vit. B6, assim como de outras vitaminas do complexo B.

Interacções: 

A coenzima da tiamina - pirofosfato de tiamina (PFT), é a chave para várias reacções na oxidação da glucose para produção de energia. A PFT actua como coenzima em descarboxilações oxidativas e nas reacções de transcetolização.
Em suplemento: Hidrocloridrato; Nitrato de Tiamina

Nutrientes sinergéticos: 

Todo o complexo B, nomeadamente Vitamina B2 (Riboflavina) e Vitamina B3 (Niacina)
Vitamina C (antioxidante)
Vitamina E (antioxidante)
Manganês – necessária para conversão de tiamina na forma activa
Enxofre

Vitamina B13 Orotato

Categoria: 
Apresentação: 

Ácido orotótico, Orotato, Factor do soro do leite, factor galactoso

Foi no passado consideraa uma vitamina do complexo B e foi denominada por B13, mas sabemos hoje que não é uma vitamina, mas antes produzido no corpo pela flora intestinal.

Funções: 
Participar no metabolismo do ácido fólico e da vitamina B-12; Servir como elemento transportador de minerais no organismo, tratando-se de um quelador natural, que pode adoptar distintas formas químicas como orotato de cálcio, orotato de magnésio, de zinco...; Pode ajudar a manter a solubilidade do ácido úrico no sangue; Servir como elemento intermédio ao correcto metabolismo do RNA e DNA
Fontes: 

Está contido em fontes naturais como vegetais de raiz cultivados organicamente e no soro de leite

Metabolismo: 

Não existe informação disponível

Causas de deficiência: 

Existe muito pouca informação relativa a este ponto, todavia pode-se dizer que é uma vitamina estável aos agentes físicos.

Patologias: 

Os sintomas de deficiência ainda não são bem conhecidos, mas é possivel incluir-se os seguintes sintomas:

  Transtornos hepáticos

  Degeneração celular

  Envelhecimento prematuro

Doses: 

Adultos:

  Nutrição óptima: 500 a 1,000mg

  Medicina ortomolecular: 1,000 a 4,000mg

Toxicidade: 

A toxicidade é baixa

Nutrientes sinergéticos: 

Os minerais essenciais

Vitamina B6

Categoria: 
Apresentação: 

 

Piridoxina, Piridoxal, Piridoxinal, Piridoxamina

Funções: 
Essencial em reações bioquimicas do metabolismo dos H.carbono, aminoácidos, lípidos. Favorece a transformação de: triptofano em niacina (B3); cisteína em ácido pirúvico; oxalato em glicina No SNC é essencial na sintese ou metabolismo de neurotransmissores como dopamina, noradrenalina, serotonina, tiamina, histamina. No sistema imunológico estimula a sintese de anticorpos; No endócrino participa na sintese de insulina e noradrenalina No sist. Cardiovascular é importante na prevenção de aterosclerose por baixar níveis de homocisteína; Necessária para produção de ácido clorídrico; Importante no transporte de AA para o interior das células Importante para a síntese e adequada acção do ADN e ARN Ajuda a manter os níveis de sódio/potássio Participa na síntese de hemoglobina e de eritrócitos
Fontes: 

 Sementes girassol

 Gérmen de trigo

 Banana, abacate, lima

 Arroz integral

 Lentilhas

 Salmão

 Levedura de cerveja

Metabolismo: 

Tem boa absorção por via oral, correspondendo a 95% a 99%, ocorrendo por difusão passiva no duodeno, jejuno e íleo;

No plasma, a piridoxina sofre um processo de fosforilação, sendo transportada pela albumina e hemoglobina até ao fígado e outros órgãos. 

A excreção é feita pela via urinária;

Causas de deficiência: 

 Dietas c/altas concentrações de leucina, álcool, que diminui o armazenamento hepático;

 Alguns sintomas e sinais: mudança de personalidade, depressão, perda do senso de responsabilidade, hipertrofia das pupilas, seborreia da região naso-labial

 

 

Patologias: 

 Hipoglicemia; 

 Queda de cabelo; 

 Na gravidez afecta o bebé, podendo provocar morte deste; 

 Cálculos renais; 

 Debilidade muscular; 

 Anemia;

 No Sistema Cardiovascular deficiência desta vitamina aumenta risco de eventos coronários e AVC p/hiperhomocisteínemia. 

Doses: 

  RDA - até 2mg/dia 

  Nutrição Óptima – 10 a 100mg

  Ortomolecular: 100 a 500mg 

  Antidepressivos - até 5mg em associação triptofano; 

  Anticonvulsivante - até 100mg; 

  Asma-até 50mg;

  Enxaquecas - até 300mg

Toxicidade: 

  Doses acima de 600 mg/dia podem produzir neuropatias periféricas de carácter reversível, aquando da suspensão da piridoxina;

  É tolerável até 500mg; 

  Contudo, ingerida sozinha pode causar deficiências ou desequilíbrios de outras vitaminas do complexo B

 

Interacções: 

  Álcool inactiva a piridoxina; 

  Anfetaminas, antidepressivos, penicilamina, anticonceptivos, hidralazina (anti-hipertensivo), ciclosporina (antibiótico) aumentam as necessidades da B6; 

  Esta vitamina inactiva a levodopa, que é um fármaco usado no tratamento da doença de Parkinson;

  B6 pode diminuir necessidade de insulina nos diabéticos – reajustar doses

Nutrientes sinergéticos: 

 Complexo B; 

 Vit. B1 e B2 - ingerir doses iguais à B6; 

 Ácido pantoténico (B5);

 Magnésio;

 Potássio;

 Vitamina C;

 Ácido linoleico;

 Sódio;

 Zinco

Vitamina F

Categoria: 
Apresentação: 

Ácidos Gordos Polinsaturados ( linoleico, linolénico, araquidónico), Ácidos Gordos Essenciais

Os ácidos gordos polinsaturados essenciais formam um grupo de substâncias nutritivas de carácter liposoluvel, que o organismo não consegue sintetizar, logo tem de ser obtido através da dieta alimentar. 

A denominação de vitamina F não é ainda aceite pela comunidade científica de uma forma geral.

Os ácidos gordos polinsaturados essenciais incluem 2 séries: a série Ómega 6 e a série Ómega 3

Série Ómega 6: ácido linoleico (precursor no organismo do ácido linolénico e de ácido araquidónico) e o GLA (ácido gama linolénico)

Série Ómega 3: EPA (Ácido eicosapentaónico) e o DHA (Ácido docosahexaenoico)

Funções: 
Favorece a respiração dos órgãos vitais; Nutre as células da pele; Ajuda a regular o índice de coagulação do sangue e realiza uma função vital eliminar o colesterol depositado nas artérias (arrastando o colesterol)- ómega 3; Protege a mielina das células nervosas; Ajuda a reduzir o peso ao eliminar as gorduras saturadas; Reduz o nível dos triglicerideos no sangue; Aumenta o índice de HDL-ómega 3; Induzir uma actividade glandular normal, especialmente as glândulas adrenais e tiróideas; Fomentar a síntese de prostaglandinas (hormonas de potente acção biológica, que controlam muitos processos metabólicos no organismo); Fomentar o adequado funcionamento do sistema reprodutor
Fontes: 

  Ácido linoleico: está presente em aliementos como gérmen de trigo, óleos vegetais (girassol, soja, milho), óleo de fígado de bacalhau;

  Ácido gama-linolenico: é produzido no organismo a partir do ácido linoleico por acção enzimática. Os ínicos alimentos que contém quantidade substancial são: o óleo de prímula, e o óleo de borragem.

  Ácido decosahexaenoico (DHA): encontrado em concentrações altas no leite materno, e nos peixes como salmão, cavala, arenque, atum.

  Ácido eicosapentaónico (EPA): encontado também nos peixes ricos em DHA

Metabolismo: 

  Após acção de enzimas (estômago, I.Delgado e Pâncreas) dá-se a conversão das gorduras em ácidos gordos e glicerol; estes são absorvidos pelas paredes intestinais e chegam pela veia porta ao figado; Armazenado em tecidos adiposos

Causas de deficiência: 

  Nos Alimentos: calor, oxidação, fritura dos óleos

  No homem: Tratamentos com radiação, consumo exagerado de gordura saturada

Patologias: 

  Problemas de pele (eczema, acne, pele seca), cabelos, unhas

  Alergias

  Cálculos biliares

   Altos níveis de LDL colesterol

   Impossibilidade de síntese de prostaglandinas e outras hormonas

  Doenças de coração, sistema circulatório, renais

Doses: 

  Nutrição ópyima: 100 a 600mg

  Ortomolecular: 300 a 1.800mg 

  Nota: Suplementar ou aumentar as doses de vitamina E para evitar a oxidação

Toxicidade: 

  Não háefeitos tóxicos conhecidos, contudo doses excessivas podem provocar alterações metabólicas.

  Não devem ser usados de forma indiscriminada

Interacções: 

  Manter um equilibrio entre os ácidos gordos insaturados e os saturados (2:1)

  O grande consumo de H.carbono, faz aumentar a necessidade de ácidos gordos insaturados. 

Nutrientes sinergéticos: 

  Vitamina A, C, D, E

  Fósforo

INOSITOL

Categoria: 
Apresentação: 

 Inositol; Mio-inositol; factor lipotrópico

Está intimamente ligada à colina e à biotina, encontrando-se em altas quantidades na lecitina. Faz parte do complexo B, pelo que se trata de uma substância hidrossolúvel 

 

Funções: 
Promove a produção de lecitina corporal,prevenindo a acumulação de gorduras no fígado e outros órgãos; as gorduras são removidas do fígado para as células com a ajuda da lecitina; Lipotrópico; Facilita o metabolismo das gorduras e a redução do colesterol no sangue; Juntamente com a colina previne o endurecimento das artérias, protegendo o fígado, os rins e o coração; Ajuda à nutrição das células cerebrais no tratamento da esquizofrenia; Necessário para a adequada condução do impulso nervoso; Previne o enfraquecimento capilar e calvície; Participa na síntese de ARN; Necessário para o crescimento das células de medula óssea, membranas oculares e intestinais
Fontes: 

  O inositol encontra-se na lecitina líquida e granular.

  Tanto os tecidos animais como vegetais contém inositol.

  Nos tecidos animais encontramos como componentes dos fosfolípidos, substâncias que contém fósforo, ácidos gordos e bases nitrogenadas.

  Nas plantas está presente como ácido fítico, um ácido orgânico que une o cálcio e o ferro num compleco que interfere com a absorção dos mesmos.

  Podemos encontrar inositol no fígado, no melaço, na gema de ovo, nos vegetais de folha verde e nos cereais integrais.

Metabolismo: 

  Há algum desacordo sobre como o inositol é sintetizado pela flora intestinal. Todavia, fontes fidedignas indicam que o organismo sintetiza suficientes quantidades de inositol a partir da glucose; e que cerca de 7% de inositol é convertido em glucose. No entanto outras fontes indicam que a síntese ocorre dentro da célula individual.

  A quantidade que o corpo excreta diariamente é pequena, cerca de 37mg. O diabético excreta mais inositol que o não diabético.

  O café, em grandes quantidades, pode criar carências de inositol. 

Causas de deficiência: 

  O consumo de café e bebidas que contenham cafeína

  Elevado consumo de gorduras polinsaturadas

  A diabetes

  Consumo de sulfamidas

  Uso de estrogéneos

  Processamento dos alimentos

Patologias: 

  Acumulação de gordura no fígado

  Queda de cabelo

  Distrofia muscular

  Ansiedade e insónia

  Aumento de colesterol no sangue

  Eczema

  Problemas oculares

Doses: 

Adulto


  Nutrição óptima: 100 a 500 mg

  Medicina ortomolecular: 100 a 3.000 mg

Toxicidade: 

Não existem informações sobre a existência de efeitos tóxicos

Interacções: 

  Tomar inositol em suplementos na quantidade idêntica à colina.  

  Tomar por cada 3 partes de inositol, 1 parte de vitamina B3.

  O consumo suficiente de inositol e colina aumenta a efetividade da vitamina E ingerida

Nutrientes sinergéticos: 

  O complexo B

  A vitamina B-3

  Ácido gama amino butírico (GABA)- ajuda na sua utilização

  Vitamina B-12

  Colina

  Ácido linoleico

Vitamina B2

Categoria: 
Apresentação: 

RIBOFLAVINA / VITAMINA G/ LACTOFLAVINA / OVOFLAVINA / HEPATOFLAVINA / VERDOFLAVINA / UROFLAVINA

Vitamina HIDROSSOLÚVEL
A Vitamina B2 (Riboflavina) está envolvida na degradação e utilização dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas, para produção de energia.
As co-enzimas de riboflavina são essenciais para a conversão da piridoxina (vit.B6) e do ácido fólico (vit. B9) nas suas formas activas, e para a transformação do triptofano em niacina (Vit. B3).

Funções: 
 Participa activamente no metabolismo dos hidratos de carbono, gorduras e proteínas.  Necessária para a respiração celular – Ciclo de Krebs  Mantém a pele, as unhas e o cabelo saudáveis  Saúde ocular - Visão (juntamente com a Vit. A)  Ajuda no crescimento e na reprodução  Ajuda a regular a acidez do organismo  Necessária para a conservação das mucosas e para a visão crepuscular  Participa na conversão catalítica do triptofano em ácido nicotínico (Vit. B3), quando as quantidades deste são baixas na dieta  Produção de glóbulos vermelhos
Fontes: 

Fígado
Carne
Peixe
Ovos
Vegetais de folha verde
Cogumelos
levedura de cerveja
Amêndoas e avelãs
Algas Wakame, Kombu, Iziki, Agar-Agar

Metabolismo: 

É feita rapidamente no Intestino Delgado; Após absorção é transportada pelo sistema circulatório até todos os tecidos corporais, sendo excretada na urina.
Pequenas quantidades de riboflavina estão presentes no fígado e nos rins, mas esta vitamina não é armazenada em grandes quantidades, pelo que deve ser regularmente ingerida.

Causas de deficiência: 

Alimentos que perdem o valor nutricional em riboflavina pelo calor
Exposição dos alimentos à luz
Consumo excessivo de hidratos de carbono
Lactancia
Sulfamidas
Tabagismo e alcoolismo
Dieta pobre em carne, peixe ou ovos
Tumores malignos
Utilização de pílula contraceptiva
Queimaduras

Patologias: 

Glossite (língua vermelha, língua geográfica)
Estomatite angular (fissuras nos cantos da boca)
Ardor nos olhos (areias)
Fadiga ocular
Dilatação da pupila
Alterações na córnea - vascularização
Hipersensibilidade à luz (fotofobia)
Seborreia e dermatite
Queda de cabelo
Redução na produção de neurotransmissores
Atraso no crescimento de crianças e bebés
Anemia

Doses: 

DDR – 1,4 a 1,8 mg (homem); 1,2 a 1,3 mg (mulher)
ORTOMOLECULAR – 100 a 1000 mg

Toxicidade: 

Não foram descobertos efeitos tóxicos graves pela ingestão de vitamina B2 (Riboflavina).

Qualquer consumo de Riboflavina produzirá uma coloração amarela na urina, que é completamente inócua

Interacções: 

A vitamina B2 pode diminuir a efectividade do metotrexato (medicamento anticancerígeno).

Nutrientes sinergéticos: 

Complexo B, nomeadamente Vitamina B6 (Piridoxina – 1B2:1B6) e Vitamina B3 (Niacina)
Vitamina C (antioxidante)

Páginas