Tratamento da otite média aguda em crianças, com fitoterapia chinesa

INTRODUÇÃO
   Infecções recorrentes fizeram com que a Otite Média Aguda (OMA) se transformasse no principal motivo de consulta ao médico de família ou ao pediatra, quer nos Estados Unidos da América  quer na Europa. O tratamento mais comum para as otites nos EUA e na EU consiste na prescrição de antibióticos orais . Em alguns casos, a infecção crónica é tratada profilacticamente com antibióticos . De facto, é administrado um número de antibióticos orais a crianças, com idades inferiores a 10 anos de idade, superior a qualquer outro grupo de idades . Mas, apesar destes factos, não existem quaisquer provas que evidenciem que os antibióticos são de facto eficazes para o tratamento das OMAs, quer seja a curto ou a longo prazo .
A otite média pode ter várias causas, desde infecção bacteriana, infecção vírica, factores anatómicos, estado imunológico, alergias (ar, alimentação), regime de alimentação e refluxo esofágico  (um estudo envolvendo 456 crianças com OMA, provou que 41% dos casos era devido a infecções virais ). Os sintomas podem ser, tímpanos inchados e doridos, temperaturas altas, sinusite, tosse, edema, dores de cabeça, irritabilidade, insónias e ansiedade, dores de garganta, suores, mudanças de apetite, erupção cutânea.
A Medicina Chinesa acredita que a sua aproximação a estes problemas, oferece mais segurança, e até, um tratamento mais eficaz.
Com efeito, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) usa padrões de identificação, sua base de diagnóstico, que nos permitem identificar com mais acuidade a raiz do problema. Porque um padrão é determinado por sinais mutáveis e sintomas que ocorrem em simultâneo, também as fórmulas orientais são produzidas para tratar um vasto conjunto de casos.

ANTIBIÓTICOS
    Embora utilizados para um grande número de casos clínicos, a acção do antibiótico, é de facto bastante restrita e objectiva. Os antibióticos são desenhados para fazerem uma e somente uma coisa: eliminar bactérias. Apesar do uso de antibióticos melhorar alguns sintomas, especialmente os causados por inflamação, estes não possuem outra função além de matar bactérias. Não aliviam as dores, não reparam estragos causados pelas bactérias, nem previnem contra o ressurgimento da doença.
    Alguns estudos sugerem que, quando utilizado para tratar as OMA, podem até ser considerados prejudiciais . Um dos exemplos, é a evidência  estatística que indica que existe uma relação entre o uso frequente de antibióticos para o tratamento das infecções comuns do ouvido e as crianças que desenvolvem bactérias ultra-resistentes . Outro exemplo, indica que existe uma interferência dos antibióticos com o sistema imunitário, assinalada na mucosa intestinal .
    Antes dos nutrientes e microorganismos passarem para a corrente sanguínea, a partir do sistema digestivo, estes têm de passar por três linhas de defesas. Na linha mais externa (1ª), existem cerca de 400 espécies diferentes de bactérias, algumas benéficas, outras prejudiciais e perigosas. Estas bactérias estão em luta constante pelo domínio. Nesta luta, as bactérias produzem químicos para  dificultar a proliferação de outras bactérias. Na 2ª linha de defesa, mais próximo da corrente sanguínea, estão as células epiteliais que possuem receptores TOLL na sua superfície. Estes receptores, “apanham” os sinais químicos das bactérias, permitindo ao sistema imunitário estar preparado para  qualquer agressão. Atrás da barreira epitelial, protegendo a corrente sanguínea, está um conjunto vasto de células imunitárias  (linfócitos, macrófagos, monócitos), alguns destes possuindo, também,  receptores TOLL. Qualquer corpo estranho que entre através do sistema digestivo, emite sinais químicos, assim sendo detectado pelas células imunitárias activando-se as defesas do sistema imunitário. A proximidade entre a compacta camada de células imunitárias e a corrente sanguínea implica que a resposta seja  imediata e global. Antibióticos orais influenciam profundamente a dinâmica da população entérica e, nessa medida, tendo uma grande influência sobre o sistema de detecção e sinalização de bactérias. Alguns dos efeitos dos antibióticos sobre o sistema imunitário são já conhecidos, outros, continuam ainda pouco investigados. Um efeito bem conhecido, é uma forma de mal nutrição causada por  uma hiper-estimulação do sistema imunitário. Isto pode causar uma hiper-sensibilidade na resposta do sistema imunitário no tracto intestinal. Esta hiper-sensibilidade pode também, ser causa de reacções alérgicas a certos alimentos e aos nutrientes que eles contêm. Em suma, quanto mais hiperactiva for a camada de células imunitárias, menor será a quantidade de nutrientes a ser absorvido para a corrente sanguínea. A supressão deste mal funcionamento do sistema imunitário é crucial para evitar a mal nutrição.
De acordo com a MTC, os antibióticos têm propriedades muito frias, o que os torna muito eficazes para remover o calor e reduzir as inflamações. Mas as mesmas propriedades frias também danificam o  qi do baço e o sistema digestivo em geral. No que respeita ao sistema digestivo, a função do qi do Baço é a de “separar o puro do impuro”, isto é, em termos de nutrição ocidental, a separação daquilo que deverá ser assimilado ou não pelo corpo. Quando o qi do baço está danificado, a sua capacidade de separar o puro do impuro é menor, portanto, neste caso, será permitida a entrada do “impuro” para a circulação sanguínea, enquanto que as substâncias nutritivas não terão um nível de assimilação normal. O baço tem também um papel decisivo na produção do “wei qi”, ou, “qi defensivo” , o qual se obtém através do processo de transformação dos nutrientes obtidos na nossa dieta. Sem isto, a força do “wei qi” estará diminuída para a defesa contra patologias externas, aumentando o risco de infecções recorrentes.
Existem  outros  mecanismos  pelos  quais  se podem verificar que  os antibióticos podem ter  um impacto negativo no sistema imunitário. Muitas outras teorias estão ainda a ser pesquisadas. Os factos mais relevantes para esta discussão são: 1) a falta de provas irrefutáveis, de que os antibióticos são de facto eficazes no tratamento das otites; e,  2) as indicações de que os antibióticos podem  até causar danos.

FISIOPATOLOGIA DA OTITE MÉDIA AGUDA (OMA)
A OMA é uma doença que afecta principalmente as trompas de Eustáquio mas que tem a sua origem na nasofaringe. As trompas de Eustáquio estão envolvidas por uma membrana mucosa. Começam logo atrás do tímpano, descendo para o interior  onde ligam com a nasofaringe, terminando aqui. O comprimento do canal num adulto, ronda os 3 – 4 cm. Nas crianças, o ângulo do canal é menos pronunciado e o comprimento total é menor que 3 cm.
    Nos anos anteriores a 1990, a explicação mais aceitável para os casos de OMA era de obstrução das trompas de Eustáquio. Estudos mais recentes indicam que a explicação é exactamente o contrário.  Acredita-se que, não é a obstrução em si que a provoca mas sim quando o canal está demasiado limpo e desobstruído. Para sua protecção as trompas de Eustáquio, no seu funcionamento normal , mantém-se fechadas excepto por breves instantes quando bocejamos ou  deglutimos. A Otite Média pode começar quando a pressão à volta da nasofaringe aumenta em relação ao ouvido médio, permitindo que secreções pré-infectadas da nasofaringe se infiltrem nas mucosas das trompas de Eustáquio.
    Diversos factores podem contribuir para a alteração da pressão entre a nasofaringe e as trompas de Eustáquio. Mais significativamente, a posição quase horizontal das trompas nas crianças, faz com que estas sejam mais vulneráveis às mudanças de pressão. Mas outros factores existem.
   Para melhor entendermos as possíveis géneses de OMA precisamos de falar, também, dos adenóides. Os adenóides consistem em tecidos linfáticos, e encontram-se na nasofaringe. Como parte do sistema imunitário, são o primeiro destino para muitos vírus que penetram no corpo. Podem, também, servir de reservatório a bactérias. No inicio de uma infecção, os adenóides podem apresentar-se inchados. Isto faz com que se elevem e simultaneamente abram o canal Eustáquio, permitindo a transferencia  da infecção entre o adenóide e o canal Eustáquio.
    A MTC discute os factores patogénicos em linguagem ambiental, utilizando para o efeito termos tais como, “vento”, “calor”, “frio”, “humidade”, e “secura”. Cada um destes termos tem um conjunto de sinais patológicos e sintomas associados com eles. No caso da OMA, esta é geralmente associada com vento e calor. Duas das propriedades do calor são, que ele sobe e expande-se. Isto pode explicar, nos termos da MTC, outro mecanismo  pelo qual, a diferença de pressão entre a nasofaringe e o canal eustáquio se altera.
À medida que os adenóides se inflamam, produzem calor. O calor produzido, ao aumentar, cria pressão no ponto terminal do canal Eustáquio. Quando se cria pressão suficiente, o canal deixa de se poder proteger. Basta um simples gesto, como engolir, para abri-lo, permitindo assim, que a pressão empurre o  vento-calor patogénico de forma a que este entre em contacto com as mucosas do canal.

TRATAMENTO DA OMA COM FITOTERAPIA CHINESA
   O Dr. Jake Paul Fratkin  desenvolveu o Children’s Ear Formula, uma excelente fórmula para o tratamento pediátrico da OMA. Tem como base três fórmulas: Yin Qiao San, Xiao Chai Hu Tong, e Bi Min Gan Wan. O primeiro, Yin Qiao San, tem uma forte acção para dispersar o vento-calor e dissolver toxinas. O segundo, Xiao Chai Hu Tang, ajuda a direccionar o resto da fórmula para o ouvido médio. A terceira fórmula, Bi Min Gan Wan, abre e drena as cavidades e outros orifícios na cabeça, podendo permitir que se restabeleça o equilíbrio na pressão entre a nasofaringe e as trompas de Eustáquio. O Dr. Fratkin reduziu esta combinação ao seu essencial terapêutico e fez com que a fórmula  se centrasse nas suas acções especificas sobre  as infecções do ouvido.
   O Children’s Ear Formula não só destroi  os agentes patogénicos e reduz a inflamação, como elimina a fleuma na cabeça, melhora as funções digestivas, e preserva o wei qi (qi defensivo) para prevenção de novas ocorrências. Contém ingredientes que possuem uma acção anti-viral e anti-bacteriana, que também são úteis para tratamento de outros sintomas deste padrão.
   AS PLANTAS - Poria (Fu Ling), Chrysanthemum (Ju Hua), e Peucedanum (Qian Hu), todos estes ingredientes podem reduzir o edema no ouvido . Outros ingredientes são de grande eficácia na acção anti-inflamatória . A pressão nos ouvidos pode causar grande dor e desconforto nas crianças; Radix Paeonia Rubra (Chi Shao) e Radix Angelica Dahuricae (Bai Zhi)  têm propriedades analgésicas e afinidade pela cabeça, para aliviar estas situações de desconforto. Radix Bupleuri (Chai Hu), e Rhizome Pinellia Ternatae (Ban Xia) , têm ambas um efeito regulador sobre o mal estar. Sclerotium Poriae Cocos (Fu Ling) e Bulbus Fritillariae Thunbergi (Zhe Bei Mu), trabalham mutuamente para eliminar os factores patogénicos através da urina .
Utilizando esta fórmula, é possível aliviar sintomas em menos de duas horas, e em 1 a 3 dias obter a cura completa.
Children’s Ear Formula pode ser administrado para prevenir uma infecção de se desenvolver numa otite. Se uma criança se apresentar com uma febre recente, inflamação ou congestionamento, Children’s Ear Formula pode ser utilizada para prevenir que esta condição se torne numa OMA.

OUTROS PADRÕES / OUTRAS FÓRMILAS
    Embora o vento-calor seja o padrão mais comum da MTC nas Otites Médias Agudas, é fundamental fazer a distinção entre este e outras condições e padrões.
CALOR TÓXICO
    Supuração profusa e febres altas indicam a presença de calor tóxico. Dores de cabeça severas podem ser um dos sintomas. Para tratar com sucesso, pode necessitar de complementar a  Children’s Ear Formula com Huang Lian Jie Du Tang (Coptis Relieve Toxicity). Isto é uma condição grave, e que, em alguns casos pode levar à surdez. Portanto, é imperativo tratar rapidamente e com atenção redobrada.
NOTA: Quando combinadas estas duas fórmulas, deve decidir qual das duas será o elemento principal e qual será o assistente. A fórmula principal pode ser administrada no seu máximo, enquanto a secundária apenas a ½ ou a ¾ da sua força máxima. Para determinar qual a fórmula principal, é necessário observar se foi uma condição subjacente de toxicidade  que degenerou em OMA, ou se, pelo contrário, foi a OMA que produziu a sobrecarga tóxica. No primeiro caso, a Coptis Relieve Toxicity será o elemento principal. Se a OMA se deveu exclusivamente a factores patogénicos externos e se desenvolveu numa condição tóxica, então a Children’s Ear Formula será a sua fórmula principal, enquanto a Coptis Relieve Toxcity Formula deverá ser administrada a ½ ou a ¾ da prescrição habitual, para potenciar a fórmula líder.
VENTO-FRIO ATACANDO O OUVIDO
   Quando uma otite causar dores de cabeça, apenas com pouca ou nenhuma febre, corrimento nasal claro, sem vermelhidão na membrana do tímpano, e uma ligeira mudança de cor (azul/roxo) na cartilagem do ouvido, então, dissipar o vento-frio será de suma importância. O frio patogénico terá penetrado do exterior para o interior do ouvido. Provavelmente não existirá nenhum inchamento do tímpano. Utilizando Cinnamon Twig Formula pode aquecer o ouvido médio e ajudar a dissipar o frio, aliviando as dores de cabeça e ouvido.
FOGO DO FIGADO E VESÍCULA BILIAR
   O surgir do ataque de dor será rápido, tal como numa condição de vento-calor, mas a dor pode ser leve e crónica com mudança repentina para dores severas e agudas. Prováveis descargas amarelas. A criança provavelmente terá zumbidos nos ouvidos que acompanha a dor, e um sabor amargo na boca. A sua história recente não apontará, necessariamente, para qualquer exposição vírica. Embora possam existir manifestações da presença de bactérias no exsudado, a causa não é bacteriana nem vírica, mas sim induzida pelo stress e pela dieta. Nos dias que precedem a manifestação aguda, a criança apresentar-se-á nervosa ou irritável. Ela irá apresentar uma saburra espessa amarela e gordurosa na língua e/ou uma dieta rica em gorduras e/ou açúcar. A melhor fórmula para tratar este quadro é Long Dan Xie Gan Tang (Gentiana Drain Fire Formula).
    PRECAUÇÃO: Gentiana Drain Fire Formula é muito fria, não muito diferente dos antibióticos. Se administrado a crianças ( menores de 7), ou com dificuldades digestivas, a fórmula pode danificar o qi do baço. O dano, porém, não é tão severo como o de um antibiótico. As bactérias também são mortas por esta fórmula, portanto a probabilidade de ter uma infecção após a administração desta fórmula é muito reduzida. Quando existem dúvidas acerca da tonicidade da digestão da criança, sendo que esta fórmula é a indicada para tais casos, pode-se combinar a mesma com fórmulas tais como Bu Zhong Yi Qi Wan (Ginseng & Astragalus Formula) ou Liu Jun Zi Tang ( Six Gentleman Formula).

DOSAGEM
CHILDREN’S EAR FORMULA
    A dose é administrada oralmente (nunca topicamente no ouvido). Para bebés 2 a 3  conta-gotas por dose cada 2-3 horas durante a fase dolorosa da infecção (geralmente este período é apenas o que vai da 1ª à 3ª dose). Para crianças com 2-3 anos, 4 conta-gotas por dose cada 2-3 horas durante a fase dolorosa da infecção (geralmente este período é apenas o que vai da 1ª à 3ª dose). Para crianças com 4-6 anos, 5 conta-gotas por dose cada 2-3 horas durante a fase dolorosa da infecção (geralmente este período é apenas o que vai da 1ª à 3ª dose). Para crianças com 7-10 anos, 6 conta-gotas por dose cada 2-3 horas durante a fase dolorosa da infecção (geralmente este período é apenas o que vai da 1ª à 3ª dose). A maioria dos pais notam significativas melhorias dentro das primeiras 2 a 3 horas depois da dose inicial. Depois da dor ter diminuído e  a febre baixado, pode diminuir  a frequência para 4 em 4 horas. Se a febre for muito diminuta e não houver dores, pode continuar com esta dose, mas administrada apenas 3-4 vezes por dia.
    Um tratamento normal durante uma infecção moderada consiste em:
·    A dor atenua em 1-3 horas; desaparece em 2-3 horas depois da 2ª dose (4-6 horas depois da 1ª dose)
·    Mais uma dose é dada 2-3 horas depois e a febre baixa pouco depois disto. Depois altere a administração para cada 4 horas. Continue cada 4 horas durante 2 dia até a febre desaparecer.
·    Como precaução, continue administrando a formula todas 6-8 horas(3 vezes por dia) durante 1 ou 2 dias depois da temperatura se manter abaixo dos 38.
·    Guardar no frigorífico entre doses para o manter fresco.
NOTA - Agitar bem sempre antes de cada toma Deitar fora o frasco quando terminado o tratamento ou, sempre, apôs o 3º dia.

Como conseguir que a criança tome a fórmula...
Quando usar o Children’s Ear Formula, que apenas há disponível em pó, existem alguns truques para conseguir que as crianças tomem a fórmula. O sabor é bastante amargo e as crianças mais pequenas tentarão cuspi-lo. Pelo que poderá ter que o misturar com um pouco de mel, ou disfarçado num pedacinho de papa, sumo ou leite. Com algumas crianças mais velhas já se pode tentar “negociar” a toma, mas as anteriores sugestões mantêm-se em vigor.

SE TIVER QUE ACRESCENTAR ALGUMA FÓRMULA EXTRA-CONCENTRADA AO CHILDREN´S EAR FORMULA
·    Para bebés , use ½ comprimido (moída p.ex. com o almofariz) por dose, cada 2-3 horas, durante a fase mais aguda (enquanto houver presença de dor do ouvido e febre) e cada 4-8 horas na fase média (imediatamente após a dor ter sido eliminada)
·    Para crianças a partir dos 2 anos pode ser usado um comprimido inteiro. Quando combinando fórmulas como sugerido acima, pode ser dada com segurança uma dose inteira de cada fórmula, excepto no caso de  combinar o Coptis Relieve Toxcity Formula com o Children’s Ear Formula (ver NOTA acima).
NOTA – Nos bebés e nas crianças pequenas, os comprimidos têm de ser triturados para evitar perigos tais como sufocar, ou obstruir as vias respiratórias. Uma vez triturado, pode seguir um dos conselhos acima descritos para o Children´s Ear Formula. Os mais velhos devem conseguir engolir o comprimido inteiro ou então dividido em dois.

CHILDREN’S EAR FORMULA

Herba Agastaches seu Pogostemi       (Huo Xiang )             10%
Sclerotium Poriae Cocos                    (Fu Ling )                 10%
Flos Chrysanthemi Morifolii               (Ju Hua)                   8%
Rhizoma Coptidis                              (Huang Lian)            8%
Fructus Forsythiae Suspensae            (Lian Qiao)               8%
Radix Paeoniae Rubrae                      (Chi Shao )               8%
Radix Peucedani                                (Qian Hu )               8%
Radix Angelicae Dahurica                   (Bai Zhi )                 7%
Radix Bupleuri                                   (Chai Hu )                7%
Bulbus Fritillariae Thunbergii              (Zhe Bei Mu)            7%
Rhizome Pinelliae Ternatae                (Ban Xia)                  7%
Fructus Viticis                                   (Man Jing Zi)            7%
Rhizoma Zingiberis Officinalis            (Sheng Jiang)           5%

ARTIGO DA AUTORIA DE
* John Heurtz, é Doctor in Oriental Medicine, graduado pelo International Institute of Chinese Medicine e pertence ao seu staff. É investigador e consultor da Golden Flower Chinese Herbs e criador da fórmula Chemo Blood Support Formula, destinada ao apoio de pacientes em quimioterapia, radioterapia ou interferon.
* António Marcos, é Doctor in Oriental Medicine graduado pela ESTP e pós-graduado pela Chinese Medical Association, mestrado em Medicina Natural pela Faculdade de Medicina da U.S.C. e Professor Doutorado do ensino superior e Presidente do Instituto Português de Naturologia. É investigador e consultor da Golden Flower Chinese Herbs em Portugal.

Fitoterapia Chinesa para a Gripe
Data do Artigo: 
Domingo, 18 Janeiro, 2009
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Sobre o autor

admin

Antonio Marcos, is a university teacher and writer on holistic health. He is founder, professor and president of Instituto Português de Naturologia and runs a group of clinics - Dr. Marcos Blood Diet Clinic - where is implemented his own holistic approach to Natural Medicine based on genetics and the healthiest diet that mimics the diet of our remote ancestors which print our DNA