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AS PERVERSÕES DA INDÚTRIA ALIMENTAR E AS DOENÇAS DEGENERATIVAS

AS PERVERSÕES DA INDÚTRIA ALIMENTAR E AS DOENÇAS DEGENERATIVAS

É hoje um lugar comum em Medicina Ortomolecular apontar a corrupção das fontes alimentares (indústria alimentar), bem como a intoxicação do meio ambiente por parte do "homo stupidus", nesta última centena de anos, como a fonte principal da epidemia de doenças degenerativas que acossam os humanos neste século XXI e lhes retiram o verdadeiro prazer e alegria de viver.

Estamos hoje a comer toda uma série de alimentos (cereais nas suas diversas apresentações, pão, massas, pizzas, bolos, etc, lacticíneos) altamente processados e transformados, carentes de nutrientes e sobretudo inadequados à alimentação humana do ponto de vista genético que estão a exercer uma pressão excessiva sobre os nossos genes e consequentemente sobre a nossa saúde.

A indústria alimentar e, por pressão desta, os poderes públicos, têm vindo a "inventar" razões para justificar as opções nutricionais que sugerem à população em geral. Razões essas que pretendem alicerçadas na ciência, quando as mesmas de ciência nada têm, a não ser erros que cada dia são desmascarados (Vide um magnífico e exaustivo trabalho publicado agora em outubro de 2013, levado a cabo pelo famoso epidemiologista Prof. Edward Archer e outros, no qual concluem pelo FALHANÇO de 40 anos de investigação federal sobre nutrição http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0076632).

E um dos alimentos mais cruciais à espécie humana e o mais mal tratado de todos pela indústria alimentar, ao ponto de o estarem a tornar altamente tóxico e mesmo perigoso é a CARNE, sobretudo a de bovinos criados de forma geneticamente inadequada, mas também a das aves criadas em cativeiro, em ausência total ou quase total de luz solar e confinadas a exíguos espaços insalubres.

Eis alguns dos "crimes" habitualmente cometidos na criação de animais para alimentação humana: 

•Quantidade excessiva de cereais dados a animais que geneticamente estão programados para comer erva (pastagem); 

•Pequenas bolas de plástico dadas com a ração para substituir a fibra natural que aquela não contém;

•Carne da sua própria espécie, transformando herbívoros  em carnívoros; 

•Restos de animais como sangue, vísceras, gatos, cães e animais mortos nas estradas e posteriormente processados para as rações; 

•Drogas e químicos, incluindo antibióticos (a estimativa para os EUA é de 7 milhões de quilos cada ano) e antimicrobianos (que promovem a acumulação de arsénico por exemplo nos frangos);

•Aproximadamente 95% dos animais criados em aviário estão submetidos a condições deploráveis, tais como, sobrepopulação, fome, sede, e mesmo a condições climatéricas deploráveis;

De relembrar que os bovinos criados intensivamente e alimentados com cereais, além de terem uma particular propensão para desenvolverem bactérias nas suas carnes, em virtude da alteração bioquímica do seu meio interno, desregulam o nosso equilibrio entre ómega 3 e 6, uma vez que a riqueza das suas carnes no que respeita á acidos gordos, ao contrário dos animais de pastagem, é sobretudo de ómega 6 (percursores de prostaglandinas inflamatórias).

NOTA - Convido-vos a reverem de novo o documentário que tive a honra de apresentar publicamente hà 4 anos atrás - FOOD INC.. E até mesmo a desafiar-vos para verem um novo documentário acabado de disponibilizar - AMERICAN MEAT.

OS MEDOS E AS INJUSTIÇAS

A carne e sobretudo a de bovinos e a criação destes, tem sido alvo de todo um conjunto de falsidades, abordagens erradas, medos e injustiças.

Em 2006 a FAO emitiu um relatório entitulado "Livestock’s Role in Climate Change and Air Pollution" em que se estima que 18% das emissões com efeito de estufa se devem à criação de gado. Ora, tem sido este tipo de informação que tem sido utilizada por vegetarianos e ambientalistas como prova de que comer carne é mau não só para si como para o planeta inteiro.

De todos os alimentos comidos pelos humanos, nenhum tem sido mais responsabilizado pelas alterações climáticas do que os bovinos. Para tal, sublinha-se que o gado bovino, não só consome mais energia de pastagens do que outro qualquer gado, como produzem mais metano, um poderoso gás que contribui para o efeito estufa.

Porém, o GADO CRIADO EM PASTAGEM pode ter exactamente o efeito contrário.

A erva é uma perene e se o gado ou outros ruminantes forem rodados em pastagens cheias de erva, os próprios animais cortarão a erva e fomentarão um novo crescimento da mesma, bem como depositarão as suas fezes no solo, transformando-o em rico humus. E solos saudáveis mantêm o dióxido de carbono no seu interior e fora da atmosfera.

O problemas está em que grande parte hoje do gado bovino para alimentação humana vive os seus últimos meses de vida em “aviários” onde são “empantorrados” com soja e milho. Ora, convém sublinhar que, muita da marca de carbono do bife vem exactamente da cultura de cereais para alimentar o gado, que requer fertilizantes provenientes de elementos fósseis, pesticidas e transporte.

Gostaria, no entanto, de sublinhar que este efeito prejudicial se deve às modernas formas de criação de gado e não de gado criado da forma tradicional, isto é, criado em pastos naturais.

A marca de carbono deixada pelas formas actuais de criação de animais deve-se às formas não naturais de os alimentar, através de alimentos inadequados que exigem a utilização de quantidades brutais de combustíveis fósseis. Estes combustiveis fósseis, ao contrário do que passa despercebido a muitos, são usados em quase tudo na criação dos animais, desde os fertilizantes e pesticidas utilizados para a cultura dos cereais e da soja, até ao transporte das rações.

Mesmo sabendo nós que o gado alimentado em pastagem produz mais metano que o que é criado em “aviário” (plantas ricas em fibras são mais difíceis de digerir do que os cereais), as suas emissões netas são menores porque o gado em pastagem ajuda o solo a sequestrar mais carbono.

A erva não necessita de combustíveis fósseis para crescer (a rotação das pastagens faz todo o trabalho). Na criação orgânica de animais também não se admite a utilização de hormonas e antibióticos.

A criação tradicional ou orgânica de animais traduz-se, assim, em carne mais saudável, mais saúde humana e em benefício para todo o planeta

ANIMAIS CRIADOS DE FORMA TRADICIONAL EM PASTAGENS SÃO UM LEGADO DE SAÚDE

Além da riqueza proteica que vamos encontrar na carne e no leite dos animais criados tradicionalmente, também neles vamos encontrar um balanço superior de ácidos gordos polinsaturados ómega 3 e ómega 6. Mas além destes vamos ter ainda nessas carnes altos níveis de um outro ácido gordo denominado habitualmente CLA (ácido linoleico conjugado). A carne dos animais criados em pastagem contém 3 a 5 vezes mais CLA do que a dos alimentados a cereais.

O CLA começou por ver a sua popularidade estabelecida pelo facto de ser uma potencial arma contra o cancro. Na verdade, em estudos levados a cabo em animais, a presença de 0,5% de CLA nas suas dietas pode reduzir os tumores em mais de 50%.

O CLA aumenta o metabolismo basal, promove o crescimento muscular, baixa o colesterol e os triglicerídeos, diminui a resistência à insulina, diminui as reacções alérgica alimentares, potencia o sistema imunitário.

Outros dos benefícios de saúde apontados hoje ao CLA é o de inibir a formação de gordura corporal, ao mesmo tempo que preserva a massa muscular. Daí ele ser tão popular entre desportistas. Fica no entanto o alerta de que nenhum suplemento de CLA se pode equiparar em qualidade e eficácia àquele que podemos obter de carne de animais de pastagem.

O QUE PODEMOS FAZER?

1 - Aqueles que tenham condições para isso, podem começar a cultivar a sua própria horta biológica, ou porventura, criar animais de forma tradicional.

2 – Apoiar movimentos de agricultura tradicional da sua área, bem como apoiar e louvar os agricultores e criadores de gado tradicionais, não só agradecendo-lhes o seu contributo para uma vida mais saudável, mas, inclusivamente, aproveitando para comprar os seus produtos, reconhecendo que a saúde que os mesmos transportam no seu interior, merece, certamente, uma generosidade acrescida no preço a pagar por eles.

3 - Exigir no talho local ou no da grande superfície que lhe identifiquem a proveniência da carne, sublinhando a sua preferência pela de animais criados em pastagem e evitando comprar carne de "aviário".

4 – Estudar e investigar sobre este tema e contribuir para a divulgação de informação sobre o mesmo, quer pessoalmente, quer via email, quer nas redes sociais em que estão inseridos.

5 – Reduzir ou eliminar totalmente os alimentos processados da sua dieta. Ler atentamente os rótulos, caso não resista a comprar algum tipo de alimento processado (evite todos os alimentos que possam conter glúten, milho, soja, gorduras vegetais hidrogenadas, corantes, conservantes, etc).

6 – Tente comprar alimentos locais e de preferência orgânicos (desta forma também está a evitar alimentos geneticamente modificados).

7 – Compre ovos caseiros, de galinhas que “passeiam no campo” ou biológicos, que são uma excelente fonte de Bcaas, colagénio, ómega 3 e vitaminas.

8 – Evite cozinhar os alimentos a uma temperatura muito elevada e durante muito tempo, de forma a não destruir os seus nutrientes.

9 – Prefira as frutas locais e de estação a quaisquer doces ou “bolachinhas venenosas”.

10 – A gordura de animais de pastagem, a manteiga de animais de pastagem, o azeite extra virgem, o abacate, devem fazer parte da sua alimentação regular, pois dão-lhe o aporte indispensável de gorduras que o permitem manter saudável e afastado das doenças degenerativas.

 

NÓS OS CONSUMIDORES TEMOS O PODER DE MUDAR ESTE ESTADO DE COISAS EXIGINDO AOS PODERES PÚBLICOS E AOS COMERCIANTES QUE NÃO DEGENEREM OS NOSSOS ALIMENTOS EM NOME DO NOSSO SAGRADO E INALIENÁVEL DIREITO À SAÚDE E À VIDA

Data do Artigo: 
Segunda, 25 Novembro, 2013
Sobre o autor

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Antonio Marcos, is a university teacher and writer on holistic health. He is founder, professor and president of Instituto Português de Naturologia and runs a group of clinics - Dr. Marcos Blood Diet Clinic - where is implemented his own holistic approach to Natural Medicine based on genetics and the healthiest diet that mimics the diet of our remote ancestors which print our DNA