A DIETA DO TIPO SANGUÍNEO E A GENÉTICA

DIETA GENÉTICA

Tipo sanguíneo e Genética

O sistema ABO

•Existe, em todos os seres vivos, uma impressão digital química que é constituída por antígenos individualizados.• Entre os diversos antígenos existentes no organismo humano está aquele que determina o nosso tipo sanguíneo. Estes antígenos não são pertença exclusiva dos humanos, mas encontramo-los, ainda, em diversos microorganismos como parasitas, bactérias e vírus.• Os antígenos dos grupos sanguíneos podem ser imaginados como longas antenas feitas de cadeias de moléculas de hidratos de carbono estendendo-se para o exterior, a partir da superfície das nossas células.
•É uma determinada cadeia de hidratos de carbono que determina o nosso grupo sanguíneo ABO.
 •Quando o nosso antígeno detecta um antígeno estranho no nosso corpo, isto é, um antígeno que é qualificado como “inimigo”, então inicia uma produção em cadeia de anticorpos, substâncias químicas especiais produzidas pelas células do nosso sistema imunitário, destinado a identificar o intruso e a destruí-lo.
•Ora, quando um anticorpo encontra um antígeno de um microorganismo invasor, verifica-se uma reacção de aglutinação, tratando aquele de colar os invasores uns aos outros para facilitar a sua posterior expulsão do corpo.
•Neste domínio dos anticorpos, podemos falar daqueles que p. ex. o nosso organismo produz quando apanhamos um resfriado (IgG) e que apenas servem para identificar o invasor que, posteriormente, será eliminado pelas células brancas e podemos falar daqueles que produzimos contra outros tipos sanguíneos (IgM), que são substancialmente distintos dos primeiros, na medida em que podem destruir directamente micróbios e alergéneos estranhos, sem a ajuda das células brancas do sangue.
•Em 1930 o cientista Austro-americano Karl Landsteiner, recebe o Prémio Nobel da química pela sua descoberta dos antígenos e anticorpos dos grupos sanguíneos (ABO). •O Dr. Landsteiner havia constatado que quando o sangue de diferentes indivíduos era misturado, se verificava, nalguns casos, uma aglutinação das suas células vermelhas, coisa que não sucedia noutros. É o caminho para a descoberta dos grupos sanguíneos, que havia já sido apontado em 1907 pelo checo Dr. Jan Jansky, neurólogo e psiquiatra, quando, investigando sobre o sangue de milhares de pacientes esquizofrénicos e psicóticos, detecta  diferentes coagulações nos seus sangues. A estatuição do Dr. Landsteiner assume-se como uma valiosíssima descoberta que permite, a partir daí, salvar milhares de vidas de pessoas sujeitas a transfusões sanguíneas.
•Quando as pessoas pensam no grupo sanguíneo, pensam num determinado tipo de célula sanguínea, mas os nossos antígenos ABO estão distribuídos pelos tecidos e secreções do nosso corpo, incluindo as glândulas salivares, os receptores de sabor da língua, tiróide, pulmões, estômago, intestinos, próstata, virtualmente qualquer parte do nosso corpo que possa entrar em contacto com o ambiente contem antígenos ABO.
 •Os antígenos são segregados na saliva, sémen, fluidos orgânicos, lágrimas, estômago, sucos pancreáticos e muco digestivo.
•Para entender toda a relevância dos grupos sanguíneos temos de regressar a um ponto distante da história do homem, a um tempo em que o grupo sanguíneo fazia a diferença entre a sobrevivência e a extinção.
Mas a diversidade dos grupos sanguíneos não é relevante, sabemo-lo agora, apenas para efeitos de transfusões de sangue.
•Com efeito, os últimos 80 anos foram férteis em estudos envolvendo a premissa básica dos grupos sanguíneos com objectivos diversificados; desde a preponderância de certos cancros em determinados grupos ABO, passando por níveis de incidência de anemias perniciosas e úlceras de estômago, doenças de coração, colesterol elevado, doenças autoimunes, etc., até aspectos comportamentais.
É, no entanto, a capacidade de ligar outra informação com os genes do nosso grupo sanguíneo que faz a expressão genética dos nossos grupos ABO, tão importante quanto a sua existência física.
••Tal como um disco duro, nós armazenamos a nossa genética em longas cadeias de ADN. Essas cadeias de ADN estão organizadas em grupos de dados chamados genes que, por sua vez, estão situados em cadeias específicas e mais alargadas de dados, denominados cromossomas (longa sequência do ADN que contém vários genes).
••O que é ADN?
 É uma molécula, que reproduz o código genético, é responsável pela transmissão das características hereditárias de cada espécie, quer seja nas plantas, nos animais (incluindo o homem) ou nos microrganismos. A molécula do ADN é formada por fosfato e açúcar e por sequências de quatro bases nitrogenadas: adenina (A), timina (T), citosina (C) e guanina (G), ligadas por pontes de hidrogênio, formando uma dupla hélice. O ADN de todas as células do corpo humano é equivalente, em comprimento, a 8 mil vezes a distância da Terra à lua.
•O gene para o grupo sanguíneo ABO, nos humanos encontra-se no cromossoma 9, mas noutras espécies encontra-se noutros cromossomas.
•Os humanos são, ainda os únicos que têm as 4 variações ABO•Nestes a área que contém os 4 genes é densamente povoada. Ora os genes quando estão próximos uns dos outros tendem a transferir-se conjuntamente, fenómeno denominado sistema de ligação de genes, e é aqui que encontramos a explicação para a relevância dos nossos grupos sanguíneos na saúde e na doença, porquanto são inúmeros os fenómenos fisiológicos ligados ao gene ABO.
•P. ex. a proximidade do enzima (dbh), que converte a dopamina em adrenalina, relativamente ao sistema ABO e, em particular, do alelo O, permite-nos entender o porquê de tantos indivíduos do grupo O terem dificuldade com a produção de dopamina, com consequências clínicas como a ansiedade e a depressão. Excesso deste enzima (dbh) significa pouca dopamina (depressão) e muita adrenalina (ansiedade).
•Já com o grupo A o problema da ansiedade é a excessiva produção de cortisol basal. Altos níveis de cortisol levam a dificuldade em lidar com o stress, ansiedade, imunodepressão, dificuldades com o sono e alterações no processo digestivo.
Falar de grupos sanguíneos é assim falar de diversidade bioquímica

Tipo sanguíneo e Imunidade
•Mas os grupos sanguíneos permitem-nos, hoje também, finalmente, desvendar a enigmática frase de Lucrécio de que “o alimento de um homem, é  o veneno de outro” .
•Com efeito, existe uma reacção bioquímica entre os alimentos que ingerimos e a nossa matriz sanguínea, demonstrando-nos, claramente, que os marcadores genéticos ancestrais jogam um papel decisivo, fazendo com que o nosso sistema digestivo e imunitário continuem a determinar a sua preferência por alimentos que os nossos antepassados com o mesmo tipo de sangue consumiam.
•É aqui que nos surge de capital importância um outro conceito denominado lectina.

As lectinas
•Por volta de 1955 um antiracista americano William C. Boyd, em colaboração com o famoso escritor de ficção científica Isaac Asimov, publicou um livro, na sequência dum anterior publicado em 1950 e denominado “Genetics and the Races Man”, com o título “Races and People”, no qual tenta demonstrar  que a raça tem muito mais que ver com os grupos sanguíneos, do que com a cor da pele ou o local de nascimento e que a “pureza da raça” é pura ficção.•No seu livro de 1950 Boyd utiliza pela primeira vez o termo lectinas para descever um tipo de aglutinantes específicos do grupo sanguíneo que haviam sido detectados em certas plantas.•O termo lectinas significa “escolher”, ou seja, essses aglutinantes escolhem as células com as quais se unem, atendendo sobretudo aos glicoconjugados e à grandeglicosilação de cada tecido.
•O termo lectinas é usado por Boyd, e a partir daí, para apelidar qualquer composto, geralmente uma proteína presente nos alimentos que têm a propriedade de aglutinar, isto é, de unir. É uma espécie de “cola” que é usada na natureza por diversos microorganismos, bactérias, micróbios para poderem melhor aderir a organismos que parasitam, podendo causar-lhe constantes prejuízos, como podem ter efeitos nefastos no organismo humano pela via da ingestão dos alimentos que as possuem. Essas proteínas, se incompatíveis com o seu grupo sanguíneo, isto é, com o antígeno do seu grupo, podem provocar-lhe danos de monta nos órgãos ou sistemas, interagindo com a superfície dos antígenos encontrados nas células do corpo, e provocando aglutinação de células sanguíneas nessa área. Elas assumem-se como verdadeiros inimigos  dum determinado tipo sanguíneo, provocando um alerta geral que determina  que o sistema imunitário do indivíduo que os ingeriu dispare, movendo todos os meios para repelir a agressão, nomeadamente através da aglutinação, à custa, naturalmente, da saúde do hospedeiro.
•Na verdade as lectinas presentes num determinado alimento que provocam danos num dado indivíduo, podem ser até “benéficas” para um outro, de grupo sanguíneo distinto.•Quando comemos alimentos não adequados para o nosso grupo sanguíneo o efeito aglutinante pode verificar-se no sistema digestivo, no sangue, no cérebro, no fígado, nas articulações, etc. A persistência nesse tipo de alimento “impróprio” pode provocar danos nos seus sistemas, conduzindo ao colapso dos mesmos e a severos problemas de saúde. Com efeito, essas proteínas aglutinantes inibem as hormonas digestivas e promovem a produção de toxinas. •Mas não se ficam por aí os efeitos nefastos das lectinas, esses “grupos terroristas” que, pela nossa própria incúria, ou talvez, a nossa pura ignorância, constantemente pretendem causar danos no nosso organismo.•Por exemplo, ao comermos um cereal ou um legume podemos estar a provocar uma reacção do sistema imunitário no sentido de produzir anticorpos contra as lectinas ingeridas, activando-o e desgastando-o, pelo alerta máximo constante em que o colocamos.•As lectinas são também nefastas no que à absorção dos nutrientes respeita, interferindo com o sistema imunitário, activando anticorpos nos processos inflamatórios e nas doenças autoimunes, danificando as células absorcivas do intestino, bloqueando as hormonas digestivas e estimulando o aumento do tamanho dos órgãos do corpo.

TERAPIA E GRUPOS SANGUÍNEOS
OS AUTORES
•Ao longo das últimas 6 décadas diversos estudos e diversos autores foram apontando áreas relevantes de ligação entre os nossos grupos ABO e propensão e incidência de doenças, adequações alimentares, adequação ao exercício físico e, mesmo, traços de personalidade.
•De entre todos eles, porém, destaca o Dr. Peter D´Adamo, insigne Médico Naturopáta norte-americano que, a partir da sua própria experiência e na sequência dos estudos levados a cabo por seu pai James D´Adamo, também ele Médico Naturopáta canadiano, sistematizou, num trabalho notável, as diversas investigações sobre este tema, sobretudo na sua conexão com a dieta, dando-as a conhecer, pela primeira vez ao mundo, em 1996, na sua obra “Eat right for your type”, publicada pela editora norte-americana G.P. Putnam´s Sons.
Fique no entanto registado que, não só não estamos de acordo com todas as suas asserções (como por exemplo a que mistura lectinas e alergéneos), como discordamos claramente de muitos dos seus postulados nutricionais e dietéticos. A nossa Blood Diet vai buscar os seus fundamentos a postulados científicos (Seignalet), e, nomeadamente, áqueles de cariz antropológico (Weston Price, Vilhjalmour Stefansson), passando, também, pelos válidos contributos recolhidos por D´Adamo, mas vai muito mais longe, aduzindo-lhes, o que nem sempre acontece ou não acontece mesmo em D´Adamo, os mais avançados estudos em nutrigenómica, em metabolómica e ao ancestral descritivo da bioenergética.

A NOSSA ABORDAGEM - Nutrigenómica dos grupos sanguíneos
A DUPLA CONEXÃO
•INSTINTO - CIÊNCIA
•1º – Nutrigenómica dos grupos sanguíneos (Genética)
•2º - Nutrigenética Ortomolecular (Nutricêuticos)
•3º - A Bioenergética (Regulação energética)

Nutrigenómica dos grupos sanguíneos
O Projecto Genoma Humano, iniciado nos anos noventa e visando a sequenciação dos genes, criou uma enorme expectativa quer junto da comunidade científica, quer junto do público em geral, porquanto iria permitir trazer à luz do dia os genes responsáveis pelo aparecimento e desenvolvimento de centenas de doenças.
Os resultados, porém, ficaram muito aquém do entusiasmo inicial, pois se é verdade que a descoberta dos tijolos químicos que guardam as informações sobre o funcionamento dos seres vivos se assume como um verdadeiro marco na história da biologia, também não é menos verdade que não foi possível encontrar os tais genes que estariam na origem de múltiplas doenças.
Nas avisadas palavras do Professor Stephan Beck, do Trust Sanger Institute, de Cambridge, “ o Projecto Genoma determinou o número e a localização dos genes, mas deu-nos pouco informação acerca de quais deles são activados nos diferentes tecidos”
• Apresenta-se hoje clarividentemente perceptível à comunidade científica que o grande salto para atingir aquele desiderato assenta no desenvolvimento da NUTRIGENÓMICA – a ciência que pretende demonstrar em que medida os factores ambientais (stress, poluição, hábitos alimentares, etc.) podem interferir no funcionamento dos genes, ainda que sem produzirem alterações na sequência do ADN. Mais importante do que a sequenciação dos genes é, assim, entendermos como é que o estilo de vida pode accionar ou silenciar genes.
• Está, pois, criada uma grande expectativa em volta do projecto actualmente em desenvolvimento numa parceria entre o britânico Trust Sanger Institute e a empresa germânica Epigenomics, AG e que tem como alvo primordial a metilação e a demetilação do ADN.
A grande novidade é que a metilação ou demetilação (activação de genes “adormecidos” que podem provocar doença e degeneração celular), são decisivamente influenciadas pela nossa alimentação.
•Impõ-se que relembremos aqui essa conhecida experiência levada a acabo pelo Professor Randy Jirtle, director do Jirtle Laboratory, da Duke University, E.U.A., e Robert Waterland, em 2004, na qual se demonstrou claramente em que medida a alimentação de uma rata mãe altera o funcionamento dos genes das crias.
•A experiência consistiu em pegar numa espécie de ratos dotados de informação genética que os predispunha à pelugem amarelada (sendo que a sua pelugem normal era castanha), ao cancro, à obesidade e à diabetes. Durante a gravidez, foram dados à obesa fémea de pelugem clara, suplementos de vitamina B12, ácido fólico e betaína, tudo nutrientes ricos em grupos metil. Como resultado, as crias nasceram saudáveis, com a pelugem castanha normal e com o peso ideal.
•O que na verdade aconteceu, de acordo com as próprias conclusões do estudo, foi que os suplementos que foram dados à mãe, desactivaram os genes envolvidos na alteração do pelo, na obesidade e na propensão para o cancro e para a diabetes.

A GENÉTICA PASSA PELO ALIMENTAÇÃO
•Os genes definem as características básicas dos bebês, mas a dieta materna pode ser determinante para alterar o destino genético de um recém-nascido

•1. Os bebês herdam os genes dos pais - metade da mãe, metade do pai. Assim, os traços de uma criança são determinados no momento  da fecundação pelo legado dos seus progenitores;

•2. Na formação embrionária, porém, a acção dos genes pode ser modificada pelos nutrientes que chegam através do cordão umbilical;

•3. Os genes já não são soberanos: o "ambiente" passa a assumir um papel decisivo;

•4. A epigenética - que estuda a influência do ambiente sobre os genes - mostra que eles sofrem a acção de pequenas moléculas chamadas "grupos metil", que são como presilhas, que travam a hélice de DNA: se a hélice não se desenrola bem, um gene susceptível de vir a produzir doença pode ser desactivado.

•5. Os grupos metil estão presentes nos alimentos que habitualmente consumimos, como a carne, o peixe, as leguminosa, as amêndoas, etc.. Daqui em diante, já não se poderá mais abordar as questões genéticas e as patologias daí derivantes, sem prestar uma especial e decisiva atenção aos nutrientes presentes nos nossos alimentos.

A NUTRIGENÓMICA -  é a ciência que estuda a interacção funcional dos alimentos e dos seus componentes com o genoma, ao nível molecular, celular e sistémico.

NUTRIGENÓMICA GENÉTICA
  adopta, além do conceito anterior, a individualização bioquímica determinada a cada indivíduo pela sua pertença a um determinado tipo sanguíneo.

PROLEMA Nº 1 – OBESIDADE/MÁ NUTRIÇÃO/SUBNUTRIÇÃO

Hoje, a OBESIDADE é um problema social que aumenta exponencialmente a cada ano que passa. Ela é a ponte do icebergue de um problema de saúde, muito mais vasto, dos países mais desenvolvidos, procedente de uma má dieta e más orientações de higiene física e mental.
A verdade é que, até agora, a resolução deste problema, cartão de visita de uma série alargada de patologias, tem recebido um enfoque quase sempre errado, com a utilização de soluções mais ou menos estandardizadas, de resultados insatisfatórios, ou meramente transitórios e com consequências físicas e mentais muitas vezes devastadoras
Tudo isso se deve ao não querer entender que cada pessoa é única, diferente. Não há uma solução que permita dar resposta a todos os casos.
Daí que, um tratamento sério e eficiente deve observar a individualidade de cada pessoa nas suas dimensões:
GENÉTICA – NUTRICIONAL – BIOENERGÉTICA

TIPO SANGUÍNEO E EXERCÍCIO FÍSICO
Tipo O – Exercício vigoroso e frequente
Tipo A – Exercício suave e moderado
Tipo B – Exercícios corpo/mente
Tipo AB – Exercício suave e corpo/mente

EM RESUMO
A Chave do sucesso
A generalidade das patologias actuais (obesidade, doenças autoimunes, cancro) depende da forma como comemos e vivemos.
O meu método está assente num Know-How bem definido, demonstrado e testado na prática clínica, tratando cada paciente de acordo com a sua individualidade bioquímica.
As chaves do sucesso são:
  As nossas metodologias estarem testadas (técnica)
  Ter um bom treino nas técnicas utilizadas
  Ter programas de tratamento personalizados
  Ter um conceito holistico operativo (Blood Diet) e instrumentos adequados a cada problema

Adequação alimentar ao tipo sanguíneo
Correcção de factores alimentares perturbadores e agressores da nossa genética de grupo.
1 - Pautas alimentares adequadas à genética de cada indivíduo
2 - Completo aconselhamento dietético (Blood Diet)
3 -  Composição das refeições
4 -  Composição dos alimentos
5 -  Necessidades energéticas diárias
6 -  Receitas, lista de compras
7 -  Recuperação da alimentação instintiva…

OS TRATAMENTOS CORPORAIS
Três passos (Técnica dos 3 R):
Blood Diet + Blood nutrigenetics (Renovação)
Re-imprinting imunitário (Reparação)
Optimização metabólica (Remodelação)

MODELAÇÃO
Unidade Corpo-Mente
BLOOD DIET CLINIC - UM CONCEITO TOTALMENTE INOVADOR
A BLOOD DIET CLINIC mistura técnicas de cura naturais, com um inovador diagnóstico e um software personalizado, desenhado especialmente pelo Dr. Marcos, com vista a desenvolver uma dieta geneticamente individualizada para cada paciente.
A BLOOD DIET CLINIC tem um particular orgulho no nível de acompanhamento e apoio que disponibiliza aos seus pacientes. O dispensário da clínica disponibiliza formulações únicas desenhadas de acordo com a individualidade genética ABO dos pacientes (BLOOD DIET NUTRIGENETICS). Daí a nossa clínica ser a escolha de topo daqueles que já não encontram resposta aos seus problemas de saúde em nenhuma outra solução.
•Tratamos os nossos pacientes como se de nós próprios se tratasse. Apenas aceitamos um número de pacientes que nos permita manter os nossos elevados standards terapêuticos. A generalidade das patologias encontra connosco uma resposta eficaz, cabal e definitiva que apenas a individualização genética é capaz de dar.
•A par de tudo isso, damos aos nossos pacientes a possibilidade de modelarem o seu corpo, por forma a sentirem-se bem consigo mesmos, fazendo a total integração de corpo e mente. Para isso dispomos, podemos afirmá-lo, de um dos métodos mais eficazes e de resultados mais duradouros a nível mundial na modelação corporal.

Dieta Genética
Data do Artigo: 
Terça, 18 Novembro, 2008
Sobre o autor

admin

Antonio Marcos, is a university teacher and writer on holistic health. He is founder, professor and president of Instituto Português de Naturologia and runs a group of clinics - Dr. Marcos Blood Diet Clinic - where is implemented his own holistic approach to Natural Medicine based on genetics and the healthiest diet that mimics the diet of our remote ancestors which print our DNA