DEPRESSÃO, ALIMENTAÇÃO, SUPLEMENTAÇÃO E PERÍODO INVERNAL

SUPLEMENTAÇÃO NO PERÍODO FRIO

ALIMENTAÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO, SEGREDO CONTRA A DEPRESSÃO- DIGA NÃO ÀS DROGAS

A chegado do período invernal, com a diminuição das horas diárias de luz solar, acarreta consigo a preocupação de diminuição do estado de animo e mesmo de entrada em depressão, sobretudo em indivíduos cuja bioquímica se encontre alterada, em virtude de erros alimentares e/ou de carências nutricionais.
De há muito que os estudos vêm apontando no sentido de ligar a depressão a aquilo que denominamos a SÍNDROME METABÓLICA que está também na origem da obesidade, da diabetes  e dos problemas cardiovasculares (ver nosso artigo sobre OBESIDADE-PROBLEMAS CARDIOVASCULARES-DIABETES-AUTOIMUNES) e que se deve no essencial a uma dieta desregrada, demasiado rica em hidratos de carbono (quando p.ex. a presença de hidratos na dieta se aproxima ou ultrapassa os 60% das calorias diárias, em detrimento das gorduras e das proteínas).
O supra referido estudo aponta no sentido de que uma dieta do tipo mediterrânico pode ser a ideal para nos mantermos em bom ânimo.
Mas não se iludam aqueles que julgam, como vem sendo sugerido ao longo dos anos, que a dieta portuguesa é uma dieta mediterrânica. Em primeiro lugar, nós somos um país atlântico e não mediterrânico, apesar das nossas ancestrais ligações ao "mare nostrum", depois, basta rever a cozinha tradicional portuguesa para entender que ela tem pouco de mediterrânico, apesar do que alguns pretendem fazer crer, e tem muito de problemático, com excesso de frituras, de carnes de porco e de doçaria.
O "segredo", mais do que estar na dieta mediterrânica, reside no paradigma genético da nossa alimentação, isto é, aquilo que os nossos antepassados comeram durante milhares de anos e que lhes marcou a sua e a nossa genética. Cautela com sugestões de rodas de alimentos formuladas especificamente para os portugueses, como se este povo tivesse nascido de geração espontânea e não tivesse sofrido as evoluções genéticas de milhares e mesmo milhões de anos que todos os outros observaram.
Do ponto de vista da suplementação, para prevenção e combate à depressão, o meu conselho é que nos orientemos por aquilo que tem dado provas de funcionar e que não são naturalmente as drogas. Conhecidos que são os efeitos nefastos das drogas anti-depressivas, ao contrário, os efeitos secundários desta suplementação são melhor ânimo, melhor pele, articulações e artérias mais saudáveis.
1º - Suplementação diária de, no mínimo 900 mg de EPA/DHA (ómega 3)(ATENÇÃO - os suplementos de ómega 3 provenientes de óleo de peixe devem ser certificados pelo laboratório como estando limpos de metais pesados, porquanto todo o óleo de peixe hoje contém metais pesados. Devido às dificuldades de absorção dos ómegas presentes nos óleos de peixe, a nossa preferência vai para o óleo de Krill).
2º - 5-HTP a forma mais activa de percursores de serotonina, entre 100 e 250 mg por dia (não deve ser tomado junto com antidepressivos de síntese), junto com cromo 100 mcg dia , vitaminas A, C, E, ácido fólico, B 12, Magnésio e Zinco, nutrientes sinérgicos que demonstraram efeitos extraordinários em depressões atípicas.
3º - Vitamina D, 2.000 U.I.. a 5.000 U.I. ao dia.

4º - Uma fórmula nutrigenómica, altamente biodisponível, que lhe permita repôr minerais essenciais e regular um vasto conjunto de genes, envolvidos, também, no fenómeno depressivo.

5º - Finalmente um multinutrientes (completo e com os nutrientes na forma certa) que lhe dê todos os nutrientes indispensáveis ao seu bom funcionamento orgânico.

Os meus NUTRIGENÓMICOS favoritos são KRILL (ómega 3), 5-HTP PLUS, VITAMINA D3 5000, Ossos Sãos e Ultrapreventive X.

SUPLEMENTAÇÃO INVERNAL
Data do Artigo: 
Terça, 20 Outubro, 2009
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Sobre o autor

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Antonio Marcos, is a university teacher and writer on holistic health. He is founder, professor and president of Instituto Português de Naturologia and runs a group of clinics - Dr. Marcos Blood Diet Clinic - where is implemented his own holistic approach to Natural Medicine based on genetics and the healthiest diet that mimics the diet of our remote ancestors which print our DNA